segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Turismo nacional está em alta

Para Ministério do Turismo, os principais destinos dos turistas brasileiros serão no país, como consequência da alta do dólar

De acordo com matéria publicada no site oficial da Radioagência Nacional no último dia 25, o Ministério do Turismo espera que ocorra, neste verão, uma alta de 3% no turismo doméstico brasileiro. O quadro deverá ser consequência da alta do dólar, influenciado também pelas incertezas econômicas e políticas no Brasil.

A reportagem destaca que, conforme a expectativa do Ministério, a região mais favorecida pelo turismo deverá ser a Sudeste, com destaque para o Rio de Janeiro e São Paulo. Bahia e Santa Catarina também deverão receber uma fração significativa dos turistas nacionais.

Mais sobre o tema - reportagem sobre expectativa de crescimento do turismo nacional em 2019:

Desemprego recuou para 11,6% até novembro

EBC informa que período de três meses até novembro se destacou na redução, mas que mercado de trabalho continua com grandes problemas


Conforme notícia disponibilizada no site oficial da empresa de notícias estatal EBC no último dia 28, houve recuo no nível de desemprego para 11,6% até o mês de novembro - o veículo informa que o país alcançou um número de trabalhadores ocupados mais alto que todos os registrados desde 2012. Apesar da melhora, a taxa de subutilização da força de trabalho e a desocupação continuam em níveis elevados, de acordo com a reportagem.

A EBC indica que, mesmo com a redução no nível de desemprego, a taxa de informalidade permanece elevada - o problema é crônico na economia brasileira, e se eleva a cada grande crise econômica. 

A reportagem da agência estatal acrescenta que houve redução de 0,5% na taxa de desocupação dos trabalhadores do país até novembro, em comparação com o trimestre terminado em agosto. O governo Temer adotou algumas medidas de flexibilização das leis trabalhistas com o intuito de promover a formalização do trabalho e novas contratações, mas as políticas atuais ainda não se mostram suficientes para resolver os problemas do mercado de trabalho brasileiro.

Mais sobre o tema - reportagem da rádio Jovem Pan sobre a redução do desemprego, disponibilizada no canal "Jovem Pan - 3 em 1" do Youtube:


segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Inflação poderá cair para 3,89% em 2018

Banco central divulgou previsão de inflação de 3,89% - dado mostra tendência de queda da inflação em 2018, na sexta redução seguida da estimativa


Conforme artigo publicado pelo veículo de comunicação estatal EBC no site Radioagência Nacional hoje, o Banco Central fez nova previsão de redução da inflação até o final de 2018. O IPCA deverá terminar o ano em 3,89% - já é a sexta vez neste ano em que a previsão para o indicador foi reduzida. A EBC também informa que há previsão para pequena melhora no PIB para o ano que vem, de 2,50 para 2,53%.

A redução da expectativa de inflação para 2018, associada com pequena melhora no PIB, ocorre em um momento em que o Índice Bovespa apresenta uma das melhores cifras neste ano. O site Infomoney sustenta que a inflação também deve permanecer relativamente baixa ao longo de 2019, em parte como consequência das atuais políticas de redução dos gastos governamentais.

Mais sobre o tema - Podcast do canal AnaspsBrasil, do Youtube, sobre a redução na expectativa da inflação para 2018:


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Ações da Apple sofrem queda de mais de 5%

Tendência foi iniciada por expectativa reduzida de lucros de um dos fornecedores da gigante da tecnologia


As ações da Apple, uma das gigantes da tecnologia, tiveram queda superior a 5% hoje, em decorrência de uma queda nas estimativas de lucros futuros de uma das fornecedoras da organização, de acordo com a agência de notícias norte-americana Fox News. A empresa Lumentum, fornecedora de dispositivos de reconhecimento facial para o Iphone - principal produto da Apple - espera lucros futuros menores, com menos inovações nos sistemas identificação presentes nos aparelhos celulares.

Segundo editorial da Fox News publicado no canal de negócios da rede de comunicação no Youtube, o mercado não espera grandes modificações nos sistemas de reconhecimento facial existentes no mercado, o que sugere uma tendência maior das grandes empresas de tecnologia, que estariam se tornando mais "prestadores de serviços de telecomunicações" do que "grandes desenvolvedoras de novas tecnologias". Esse processo de modificação no comportamento dessas grandes empresas - e, em especial, da Apple - seria impulsionado pela "comoditização" favorecida pelo crescimento de inúmeras concorrentes, com destaque para a Samsung, e pela modificação gerencial trazida pela morte de Steve Jobs. O fundador da Apple é citado pelo editorial como a grande mente criativa por trás das inovações da empresa.

Apesar do elo estabelecido pelo veículo de comunicação, o relatório com previsão de menores lucros divulgado pela Lumentum não mencionou especificamente a Apple - todavia, a empresa é responsável por 30% da receita da desenvolvedora de dispositivos de reconhecimento facial, conforme artigo de outra rede jornalística, a CNBC, também publicado hoje.

Veja na íntegra - vídeo do canal Fox Business sobre queda nos valores das ações da Apple:

Inflação deverá ser menor que o esperado

Instituições financeiras avaliam que inflação deve marcar 4,23% até o final do ano, de acordo com EBC


A redução na expectativa pode ter relação com políticas de redução de gastos promovidas pelo governo - todavia, períodos de contenção da inflação também estão associados a menores taxas de crescimento econômico. 

O artigo sugere que o crescimento econômico brasileiro até o final deste ano deve ser modesto - ficará na casa dos 1,36%, ainda muito distantes de uma cifra que indique real aquecimento e recuperação da economia brasileira, severamente afetada pela crise que teve início no começo da década de 2010.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Jovem Pan News, do Youtube, sobre a inflação no mês de outubro:

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Indústria teve queda em faturamento

Faturamento da Indústria foi 1,1% pior em setembro, de acordo com CNI

De acordo com notícia veiculada ontem, dia primeiro, no site oficial da agência estatal de notícias da EBC (Agência Brasil), o setor industrial teve redução em seu faturamento no mês de setembro. A agência informa que as principais causas para a má performance da indústria brasileira foram a continuidade do desemprego elevado e a redução geral da capacidade de consumo das famílias brasileiras, que levam à ociosidade das empresas, à redução da produção e diminuição das vendas.

O dado divulgado pela EBC foi compilado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na publicação Indicadores CNI - o organismo informa que houve queda nas horas trabalhadas na produção industrial, houve quedas na utilização da capacidade instalada e houve redução no número de postos de trabalho ocupados, apesar de pequeno aumento nos salários dos trabalhadores empregados, segundo o resumo fornecido pela Confederação.

A reportagem da EBC destaca que as dificuldades financeiras das famílias brasileiras foram o principal fator a levar à redução no faturamento da indústria, mas informa que, apesar da redução registrada no 9° ano do mês, em 2018 houve recuperação do setor. A administração eleita sugere que poderá reduzir a carga tributária para as empresas e para as famílias, aumentando o poder de compra dos brasileiros que recebem até cinco salários mínimos, o que pode desempenhar papel em uma recuperação mais expressiva das indústrias no próximo ano.

Mais sobre o tema - CNI discute queda da confiança dos empresários do setor industrial em setembro, dado que pode ter influenciado na redução de uso da capacidade instalada e diminuição do faturamento:


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Uber Eats está em expansão nos EUA

Gigante do delivery tem o objetivo de alcançar 70% da população dos Estados Unidos até o final de 2018

Em reportagem publicada ontem, dia 23, o veículo de comunicação norte-americano Fox News informa que a Uber Eats está em processo de expansão de suas operações no território dos Estados Unidos e tem o objetivo de alcançar 70% da população da maior economia do Ocidente até o final de 2018. O artigo frisa que, até então, o objetivo da Uber foi o de servir principalmente à população urbana dos EUA - a meta da companhia agora é alcançar a maior área possível do país.

A Uber Eats foi criada em 2014 como subsidiária da Uber destinada a serviços de entrega de encomendas por motoristas particulares, em sistema similar ao modo de operação da companhia matriz. O site Recode informa que a Uber Eats já atua em cerca de 250 países, e movimentou cerca de 3,8 bilhões de dólares ao longo de 2017.

A Fox News informa que a nova estratégia da Uber Eats no território americano é alcançar a fatia de mercado representada pelos "mercados suburbanos dos Estados Unidos, e suas cidades pequenas". A companhia também lançará um recurso de "auto-registro" para restaurantes que queiram utilizar os profissionais ou motoristas  particulares da Uber para entregas.

Mais sobre o tema - reportagem sobre a expansão da Uber Eats:

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