sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Governo se beneficia com venda de imóveis

Estado brasileiro arrecadou mais de R$92 milhões com venda de imóveis apenas em 2018


Conforme notícia veiculada hoje no portal de notícias da agência estatal EBC, o governo brasileiro arrecadou mais de 92 milhões de reais, apenas em 2018, com vendas de imóveis. A atual administração tem praticado um aumento nas vendas de propriedades públicas como parte dos esforços de compensação da dívida pública e dos atuais gastos realizados pelo Estado.

A agência EBC informa que, de 2016 até 2018, houve aumento de 500% no valor total arrecadado em vendas de imóveis pertencentes ao Estado - em operação de venda realizada no último dia 29, o governo conseguiu arrecadar mais de 60 milhões de reais, abrindo mão do controle de três propriedades em Brasília.

Três dos atuais candidatos à presidência da república, que será definida no próximo mês de outubro, já declararam intenção de mantar políticas de vendas de propriedades Estatais e de privatização de empresas públicas: Henrique Meirelles, Jair Bolsonaro e João Amoêdo.

Mais sobre o tema - discussão sobre possível privatização da Eletrobras, no programa Canal Livre, da Rede Bandeirantes:

Bolsa americana tem desempenho recorde em agosto

Índices Dow e S&P 500 têm melhores resultados desde 2014, apesar de tensão dos mercados com linha protecionista adotada pelo governo americano

Conforme notícia publicada pelo veículo de comunicação norte-americano CNBC hoje, o desempenho das bolsas de valores dos Estados Unidos continua bom, apesar das tensões dos mercados a respeito das políticas protecionistas adotadas por Donald Trump. A matéria informa que os índices Dow (Dow Jones Industrial Average, que verifica a valorização das ações das maiores empresas americanas) e S&P 500 conseguiram, em 2018, o melhor desempenho para o mês de agosto desde o ano de 2014.

A bolsa de valores americana, beneficiada pelo crescimento significativo da economia dos Estados Unidos no último ano, está sofrendo as consequências da indefinição dos próximos acordos comerciais com o Canadá - o país ao norte dos EUA é impactado de forma negativa pelas medidas protecionistas adotadas pelo governo americano, e deseja negociar condições melhores para a entrada de exportações canadenses na nação que é o maior mercado consumidor do mundo. O Brasil também pode sofrer severamente com as novas regras de exportação para os Estados Unidos, especialmente de minérios.

O objetivo do governo americano com o estabelecimento das barreiras protecionistas é fomentar a indústria interna, bem como evitar a saída das cadeias produtivas de grandes companhias dos Estados Unidos para outras nações - em particular, a China, vista pela liderança americana como a maior ameaça econômica à principal potência do Ocidente.

Mais sobre o tema - reportagem do veículo de comunicação norte-americano Fox News sobre o desempenho das bolsas de valores americanas desde 2017:

domingo, 12 de agosto de 2018

Inflação teve pequeno aumento em julho

IGP-M teve pequena ampliação em agosto, sob influência de preços do setor atacadista

De acordo com notícia divulgada no portal oficial da agência de notícias da EBC (Agência Brasil), o indicador de inflação IGP-M teve aumento na primeira prévia de agosto, na proporção de 0,7%. O artigo informa que a taxa superou a prévia de julho, que foi de 0,41%. O fato, conforme o portal, ocorreu por influência de aumentos nos preços no setor atacadista.

Aumentos na inflação podem indicar um processo de gradual aquecimento na economia ou de aumento em preços de matérias primas necessárias para a produção de bens ou de recursos exigidos em sua cadeia produtiva. O IBGE informa que a economia brasileira está, de fato, em um processo de reaquecimento e crescimento: o instituto informou, em maio deste ano, que o Produto Interno Bruto brasileiro cresceu cerca de 0,4% no primeiro trimestre de 2018, em comparação com o último de 2017. O crescimento da agricultura nacional teve destaque - a ampliação da produção no setor foi na proporção de 1,4%, e houve também crescimento, ainda que modesto, na indústria e no setor de serviços.

A Agência Brasil destaca, no artigo, que também há aumentos nos preços do setor de construção civil, conforme dados apurados em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília: o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC/FGV) ainda registra inflação de 0,41% em agosto, apesar de ter registrado pequeno recuo na velocidade de aumentos nos preços desde julho.

Mais sobre o tema - reportagem divulgada no canal oficial da TV Senado sobre a expectativa de crescimento da economia brasileira para 2018:

terça-feira, 31 de julho de 2018

Supermercados cresceram no último semestre

Redes varejistas tiveram crescimento de 2% na primeira metade do ano em comparação com 2017, mesmo com queda em vendas registrada no mês de junho

Apesar da grave crise que atinge o Brasil, os supermercados do país tiveram crescimento no primeiro semestre de 2018 - de acordo com notícia disponibilizada no portal da rede de comunicação EBC, a expansão nas vendas foi da ordem de 2%. O veículo de comunicação informa que a melhora no desempenho do segmento foi um pouco menor do que o esperado pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), e a performance registrada sofreu influência dos movimentos de greve de caminhoneiros, ocorridos no mês de junho.

A Agência Brasil, da EBC, destaca o crescimento nominal de 5,37% no primeiro semestre de 2018.  O veículo de comunicação indica ter ocorrido melhora até mesmo em junho (mês em que ocorreram as paralisações nacionais de transportadoras), na comparação com o sexto mês de 2017 - com resultado 3,37% maior.

Conforme o artigo, a ABRAS havia realizado projeção de crescimento de 3% para o primeiro semestre de 2018. O período das greves de caminhoneiros teve impacto negativo nas vendas do setor -  houve, de acordo com a associação, falhas no suprimento de alguns produtos, como consequência dos problemas nos transportes. Ainda assim, conforme o posicionamento do representante da ABRAS, o desempenho das vendas dos supermercados brasileiros em 2018 se mostrou significativamente positivo.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Band Jornalismo, do Youtube, sobre o desempenho positivo das vendas dos supermercados brasileiros no primeiro semestre de 2018:

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Ações do Facebook sofreram queda recorde

Na última quinta-feira, dia 26, as ações da maior rede social do mundo tiveram desvalorização de 19% no índice Nasdaq, como resultado de faturamento menor do que o esperado e menor número de usuários do que o esperado por investidores


De acordo com reportagem disponibilizada ontem, dia 26, no veículo de comunicação Agência Brasil, da EBC, a rede social Facebook - a maior do mundo - teve desvalorização recorde em suas ações. A queda de valor representou uma perda de recursos de capitalização na ordem de 119 bilhões de dólares americanos - o artigo destaca que essa foi a maior queda diária já registrada por uma empresa na bolsa dos Estados Unidos.

A notícia destaca, entre as razões da queda expressiva, um faturamento menor do que o esperado, registrado pelo Facebook no último trimestre, e um número de usuários diários menos relevante do que o projetado para investidores. A EBC argumenta que os atuais escândalos de vazamentos de dados pessoais de usuários também podem ter impactado de forma negativa o desempenho econômico da organização.

O portal da Agência Brasil menciona David Wehner, diretor financeiro do Facebook, que teria sugerido uma possível continuidade do desempenho ruim da gigante da internet. Para Wehner, o Facebok deverá continuar apresentando performance piorada no segundo semestre de 2018.

Veja mais sobre o tema - reportagem da rede de televisão canadense CBC News sobre a queda recorde no valor das ações do Facebook:


quinta-feira, 26 de julho de 2018

EUA aumentam produção de petróleo

Estado do Texas registrou pico na produção de petróleo desde o início da administração Trump, conforme rede Fox News


A produção de combustíveis fósseis está em tendência de aumento nos Estados Unidos, em particular, no Texas - de acordo com notícia veiculada no último dia 22 pelo veículo de comunicação norte-americano Fox News, o governo de Donald Trump tem o objetivo de "fazer com que os Estados Unidos superem o Irã e o Iraque no mercado internacional de petróleo". O governo Trump teria, de acordo com a Fox, removido uma série de legislações impostas durante a administração Obama, que haviam estimulado a redução na extração de petróleo.

De acordo com o veículo de comunicação, a política atual garante aos Estados Unidos maior independência em relação às campanhas internacionais da OPEP, que levaram, recentemente, à aumentos pequenos nos preços dos combustíveis fósseis. Os países da OPEP estariam tentando forçar uma elevação de preços, em decorrência da maior produção nos Estados Unidos e da ascensão do mercado internacional de veículos elétricos, que ameaça as maiores economias dependentes do petróleo.

John Hofmeister, ex-executivo da Shell entrevistado pela Fox News, argumenta que a medida "deve ser positiva para o mercado interno dos Estados Unidos - se nós possuímos o recurso aqui, por que não utilizá-lo?".

Veja mais sobre o tema - matéria da rede Fox News sobre o aumento na extração de petróleo no Texas:

sexta-feira, 20 de julho de 2018

População prefere compras em dinheiro

Dados do Banco Central, conforme Agência Brasileira de Comunicação, sugerem que 96% da população prefere realizar pagamentos em dinheiro

Conforme notícia disponibilizada no último dia 19 na página oficial da Agência Brasileira de Comunicação (EBC), 96% da população brasileira ainda prefere realizar pagamentos em dinheiro, ao invés compras com cartões. A informação é proveniente de pesquisa do Banco Central - o levantamento sugere que a maior parte dos brasileiros só tem preferência absoluta para compras com cartão para somas superiores a R$500,00.

Apesar da preferência declarada, a pesquisa destaca que 50% do faturamento do comércio no país é oriundo de compras em dinheiro, e esse percentual apresentou queda de 5% em cinco anos. Compras com uso do cartão de débito já alcançam 20% de todas as negociações no setor - operações em débito representavam apenas 14% de todas as compras, há cinco anos, ainda de acordo com o artigo.

A matéria destaca que a preferência por compras em dinheiro é consequência de um hábito cultural dos consumidores brasileiros, que ainda praticam pequenas estratégias de compra como "juntar trocados" ou acumular notas de pequeno valor para compras menos dispendiosas. O levantamento do BC indicou que até 20% da população tem o hábito de juntar moedas por até seis meses, para compras pequenas.

Veja mais sobre o tema - reportagem do canal Fala Brasil, do Youtube, sobre as mudanças nos hábitos dos consumidores brasileiros durante a crise:

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