quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Brasil pode crescer mais de 3% em 2018

Ministro da fazenda faz declaração otimista em Davos, inspirado em expectativa de aumento de investimentos estrangeiros

Conforme notícia veiculada pela agência EBC ontem, dia 23, Henrique Meirelles, atual Ministro da Fazenda, afirmou, no Fórum Econômico Mundial em Davos, que a economia brasileira pode crescer mais de 3% em 2018. A declaração foi realizada com base em expectativa do ministro de expansão dos investimentos estrangeiros no Brasil - o mercado, todavia, está mais pessimista, com uma estimativa de crescimento de 2,7%, também de acordo com a EBC.

A reportagem informa que, para Meirelles, o Brasil vive a consolidação da trajetória de retomada do aquecimento econômico, após a grave crise que afetou severamente diversos campos da economia brasileira e levou ao desemprego mais de 11% da força de trabalho do país. O posicionamento de Meirelles não é entendido como realista pelo Fundo Monetário Internacional, que também divulgou estimativa sobre o crescimento do PIB brasileiro em 2018, sugerindo que haverá expansão na ordem de 1,9% neste ano.

Ainda no evento sediado na cidade suíça, Meirelles afirmou que a diferença entre as expectativas é normal, porque o FMI tende a apresentar um ponto de vista "conservador" sobre o crescimento econômico. Todavia, na opinião dele, é possível manter uma expectativa maior, em decorrência de interesse demonstrado por investidores internacionais.

Mais sobre o tema - matéria da Rádio Jovem Pan sobre expectativas de crescimento econômico para 2018:

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Indústria mostrou recuperação em dezembro

CNI sugere que resultado positivo confirma trajetória de retomada da atividade industrial

Apesar da grave crise vivenciada pelo Brasil nos últimos anos, a indústria mostra sinais de recuperação - de acordo com matéria publicada hoje pela agência EBC, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que o aumento na utilização da capacidade instalada sugere o processo de recuperação da economia.

Ao longo da crise e mesmo antes dela, durante toda a década de 2000, a indústria brasileira sofreu com a competição com a China, que se mostrou capaz de ofertar produtos a preços muito mais baixos do que os praticados pelas empresas nacionais. O Brasil sofreu perdas significativas em suas indústrias têxteis e mesmo, mais recentemente, em montadoras. A melhor utilização da capacidade instalada mostra que as empresas do país estão começando a se recuperar.

De acordo com o artigo disponibilizado pela EBC, a utilização da capacidade instalada no país chegou a uma média de 64% em 2017 - em 2016, a utilização foi de 63%, enquanto em 2015 foi de 62%. Ainda assim, o valor atual é menor do que o registrado em 2014 (ano no qual a crise ainda não havia atingido seu momento mais grave). A reportagem sugere que alguns dos principais desafios da indústria brasileira são a pesada carga tributária praticada no país, a pequena demanda interna - que também é consequência da crise - e a inadimplência de clientes.

Mais sobre o tema - reportagem do canal oficial da revista Istoé sobre a recuperação da indústria:

domingo, 31 de dezembro de 2017

Medidas de ajuste serão desafio brasileiro em 2018

Medidas impopulares de ajuste econômico continuaram sendo principal desafio do governo no ano que vem - EBC informa que decisões incluem cortes de gastos

De acordo com reportagem publicada hoje pelo veículo de comunicação EBC, os maiores problemas para a equipe econômica do governo, em 2018, serão as medidas de ajuste, que também foram grande motivo de debates políticos em 2017. O governo já cogitou realizar aumentos de impostos - medida de grande impopularidade, e criticada mesmo por número expressivo de economistas, que indicam que mudança poderia desestimular produção - e continua planejando cortes de gastos.

A reportagem da EBC informa que os planos originais do governo (que incluiriam aumentos de impostos) iriam resultar em  ajuste de R$ 21,4 bilhões - destes, R$ 14 bilhões seriam provenientes dos tributos expandidos. Todavia, a discussão agora é de conseguir um ajuste de R$ 13,6 bilhões, ainda conforme o artigo.

A necessidade de cortes de gastos ou aumento da arrecadação é fundamentada pela grave situação de endividamento econômico da União e de entes federativos como o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul - dois estados que se destacam, entre os mais endividados, e que estão atrasando o pagamento de funcionários até mesmo de áreas essenciais à população, como saúde, educação e segurança. Entre as possibilidades de cortes, o governo discute o estímulo ao fim da oferta de ensino público superior estadual, medida impopular, mas que poderia auxiliar nas crises dos estados.

Mais sobre o tema - reportagem da Rádio Jovem Pan sobre a necessidade de ajustes econômicos, em 2018:

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Economia poderá ter melhor quadro em 2018

Reportagem afirma que crescimento econômico brasileiro, em 2017, superou expectativas, e deverá ser melhor em 2018

Conforme trecho disponibilizado pelo canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o crescimento econômico brasileiro de 2017 foi melhor do que as expectativas, que previam menor retomada da atividade e impacto mais significativo dos escândalos de corrupção sobre a evolução do PIB. Todavia, o veículo de comunicação acrescenta que o quadro da economia do país deverá se mostrar ainda melhor, ao longo de 2018, apesar do período de eleições.

De acordo com a reportagem, alguns indicadores como a taxa de juros e a inflação também apontam uma situação econômica favorável para o Brasil: a taxa de juros terminou o ano em 7% (valor considerado baixo, para o histórico nacional) e a inflação chegou a 3% no último semestre. Os valores apontam que o poder de compra dos trabalhadores teve redução menor, graças à velocidade menos expressiva da desvalorização da moeda, e que há algum estímulo para aumento de consumo, uma vez que taxas de juros menores favorecem financiamentos - dado que pode ter impacto positivo sobre a indústria automotiva, por exemplo. O também informa que o crescimento econômico observado em 2017 foi superior ao esperado - as expectativas, em grande parte, foram embasadas no cenário político difícil, pelo qual o Brasil passa.

A Rádio Jovem Pan indica que, de acordo com algumas análises, houve previsões de crescimento na ordem de 0% - crescimento praticamente nulo. Todavia, o fato observado no país foi um crescimento pouco superior a 1% - esse dado, em um período de recessão econômica, pode ser um sinal de recuperação, ainda que gradual. O segmento aponta que "mesmo com tudo o que se tinha no cenário, o Brasil teve desempenho melhor do que o esperado no começo do ano".

Veja na íntegra - reportagem da Rádio Jovem Pan sobre desempenho econômico do Brasil em 2017:

Desemprego caiu para 12%, em novembro

Taxa de desemprego do Brasil caiu de 12,6% para 12% - dado pode indicar gradual recuperação da economia

De acordo com reportagem publicada pelo veículo de comunicação EBC hoje, dia 29, a taxa de desemprego do Brasil caiu de 12,6% para 12%, no trimestre encerrado em novembro - o dado foi obtido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE. No final do ano passado, o desempego ainda registrada tendência de aumento, conforme o artigo.

A EBC acrescenta que, em relação ao trimestre imediatamente anterior, houve redução de 4,6% no tamanho da população desempregada - o percentual sugere que há, pelo menos, 543 mil pessoas que conseguiram uma ocupação, no intervalo. O veículo de comunicação indica, em artigo disponibilizado no dia 20 de novembro, que os principais setores responsáveis pela atual geração de empregos são o comércio, a indústria e o setor de serviços.

Ainda conforme a reportagem, o quadro geral do desemprego no Brasil, atualmente, é de um número estável, ao contrário da tendência anterior, de aumento no tamanho da população desocupada. 

Mais sobre o tema -  reportagem da rede de comunicação SBT sobre a queda do desemprego no Brasil e a recuperação da economia:

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Comércio recupera empregos, em outubro

EBC indica que setores do comércio, indústria e serviços estão auxiliando o Brasil na criação de empregos e na recuperação econômica


De acordo com reportagem disponibilizada no dia 20 de novembro pelo veículo de comunicação EBC, houve criação de empregos significativa no Brasil, em outubro, e que o resultado positivo foi influenciado, em grande medida, pelos setores da indústria - em particular, da indústria de transformação - bem como do comércio e de serviços. O desempenho do setor de comércio pode ter sido motivado pela aproximação do final do ano.

A EBC informa que, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram criados mais de 76.500 empregos, em outubro. O resultado do mês foi o melhor do ano, até o momento. O comércio teve expansão notoriamente positiva, com a criação de 37.000 empregos no mês, sendo a maioria no setor varejista.

O artigo também mostra que a relativa recuperação do nível de emprego também foi impulsionada por melhoria do desempenho da indústria brasileira - foram criados, no mesmo período, mais de 33 mil postos de trabalho na indústria de transformação. O segmento mais forte no resultado foi o da indústria alimentícia.

Mais sobre o tema - reportagem do veículo de comunicação TVNBR sobre a criação de empregos e gradual recuperação da economia:

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Economia dos EUA mantém bom desempenho

Incerteza sobre estímulos à produção industrial, política fiscal e efetividade da desburocratização foi superada por resultados favoráveis ao longo dos dois semestres de 2017

A economia dos Estados Unidos vive um momento positivo, com criação de empregos e aumento do PIB - o desempenho do país superou as expectativas de analistas, que ainda não previam um rumo exato para a condução das finanças públicas, das políticas fiscais e de eventuais estímulos à produção industrial, como a redução de tributos e a diminuição da burocracia. Medidas de desburocratização parecem estar gerando resultados favoráveis para a maior potência econômica do Ocidente, ao longo do segundo semestre de 2017, conforme reportagem disponibilizada pelo canal oficial da rede Fox News, no Youtube.

O veículo declara que "analistas previram um 'colapso certo' da economia, com uma mudança brusca na gestão'". O fato não ocorreu, e o que se verificou foi o contrário: a produção industrial do país, que por anos sofreu com a competição da China e de países que possuem mão-de-obra mais barata, conseguiu uma recuperação significativa. Em agosto, a economia dos Estados Unidos registrou o maior crescimento no último período de três anos. Ao mesmo tempo, houve, até setembro, 40 recordes de alta do índice de produção Dow Jones (indicador do desempenho da indústria), fato que convenceu os analistas da efetividade da simplificação tributária e burocrática. A política atual também fomenta o retorno de indústrias históricas dos EUA, como a automobilística, para a produção dentro do território americano, sob a ameaça de barreiras fiscais - até então, foi observado um desmonte da infraestrutura da indústria automotiva, com a mudança da cadeia produtiva de empresas do setor para países como a China, onde os salários são significativamente mais baixos e a legislação trabalhista é irrelevante.

A reportagem destaca que o mercado de ações permanece em tendência de alta, tendo sido pouco afetado até mesmo pela votação do orçamento do governo (que, normalmente, leva a incertezas). O número de empregos no setor industrial, ainda conforme o trecho, também está aumentando.

Veja na íntegra - reportagem da Fox News sobre o desempenho da economia americana em 2017:

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