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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Bolsa bateu mais de sete recordes em 2019

Investidores nutrem grandes expectativas com recuperação da indústria e melhora no nível de emprego

A economia dá sinais claros de recuperação, e a Bolsa de Valores está refletindo este processo de forma consistente - apenas neste mês de janeiro, a B3 bateu mais de sete recordes históricos. Ações de grandes empresas relacionadas com vendas de imóveis e redes varejistas apresentaram altas expressivas.

O desempenho formidável da Bolsa pode estar relacionado com o otimismo da indústria, impulsionado pela recuperação do setor e retomada do nível de emprego. O mercado também apresenta expectativas em decorrência das promessas de liberalização econômica realizadas pelo novo governo, que também se comprometeu a privatizar estatais com desempenho catastrófico, como os Correios. A possibilidade de uma reforma mais sistemática do sistema de previdência também motiva o otimismo dos investidores brasileiros e estrangeiros.

A revista Exame afirma que a Bolsa de Valores brasileira, atualmente, é a de melhor desempenho entre todas no mundo. O mercado pode colher excelentes frutos do processo de recuperação econômica. Analistas financeiros sugerem uma composição de carteiras com mais destaque para ações e fundos que possuem a Bolsa como benchmark.

Mais sobre o tema - reportagem da Band sobre desempenho recorde da Bolsa de Valores:

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Índice de confiança da indústria está em alta

Indicador está em melhor nível desde agosto de 2018

A confiança dos investidores da indústria está em alta, de acordo com reportagem da agência de notícias estatal EBC publicada no último dia 29 - o veículo informa que o Índice de Confiança da Indústria, apurado pela FGV, está em seu melhor nível desde agosto de 2018, tendo atingido, neste mês de janeiro, mais de 98 pontos. 

O indicador dá mais uma mostra da recuperação da economia brasileira, que é beneficiada por grandes expectativas do mercado. A Bolsa de Valores brasileira operou em alta ao longo do mês, e chegou a bater mais de um recorde histórico. Há grande esperança de reformas liberalizantes por parte do novo governo, que podem impulsionar a reindustrialização e a retomada do nível de emprego e renda das famílias.

De acordo com a reportagem da EBC, o principal fator que justifica a atual onda de otimismo na indústria é a gradual melhoria no nível de emprego, que chegou a atingir mais de 12 milhões de brasileiros, ao longo da crise. 

Mais sobre o tema - reportagem da rádio Jovem Pan sobre otimismo na indústria:

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Turismo nacional está em alta

Para Ministério do Turismo, os principais destinos dos turistas brasileiros serão no país, como consequência da alta do dólar

De acordo com matéria publicada no site oficial da Radioagência Nacional no último dia 25, o Ministério do Turismo espera que ocorra, neste verão, uma alta de 3% no turismo doméstico brasileiro. O quadro deverá ser consequência da alta do dólar, influenciado também pelas incertezas econômicas e políticas no Brasil.

A reportagem destaca que, conforme a expectativa do Ministério, a região mais favorecida pelo turismo deverá ser a Sudeste, com destaque para o Rio de Janeiro e São Paulo. Bahia e Santa Catarina também deverão receber uma fração significativa dos turistas nacionais.

Mais sobre o tema - reportagem sobre expectativa de crescimento do turismo nacional em 2019:

Desemprego recuou para 11,6% até novembro

EBC informa que período de três meses até novembro se destacou na redução, mas que mercado de trabalho continua com grandes problemas


Conforme notícia disponibilizada no site oficial da empresa de notícias estatal EBC no último dia 28, houve recuo no nível de desemprego para 11,6% até o mês de novembro - o veículo informa que o país alcançou um número de trabalhadores ocupados mais alto que todos os registrados desde 2012. Apesar da melhora, a taxa de subutilização da força de trabalho e a desocupação continuam em níveis elevados, de acordo com a reportagem.

A EBC indica que, mesmo com a redução no nível de desemprego, a taxa de informalidade permanece elevada - o problema é crônico na economia brasileira, e se eleva a cada grande crise econômica. 

A reportagem da agência estatal acrescenta que houve redução de 0,5% na taxa de desocupação dos trabalhadores do país até novembro, em comparação com o trimestre terminado em agosto. O governo Temer adotou algumas medidas de flexibilização das leis trabalhistas com o intuito de promover a formalização do trabalho e novas contratações, mas as políticas atuais ainda não se mostram suficientes para resolver os problemas do mercado de trabalho brasileiro.

Mais sobre o tema - reportagem da rádio Jovem Pan sobre a redução do desemprego, disponibilizada no canal "Jovem Pan - 3 em 1" do Youtube:


segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Inflação poderá cair para 3,89% em 2018

Banco central divulgou previsão de inflação de 3,89% - dado mostra tendência de queda da inflação em 2018, na sexta redução seguida da estimativa


Conforme artigo publicado pelo veículo de comunicação estatal EBC no site Radioagência Nacional hoje, o Banco Central fez nova previsão de redução da inflação até o final de 2018. O IPCA deverá terminar o ano em 3,89% - já é a sexta vez neste ano em que a previsão para o indicador foi reduzida. A EBC também informa que há previsão para pequena melhora no PIB para o ano que vem, de 2,50 para 2,53%.

A redução da expectativa de inflação para 2018, associada com pequena melhora no PIB, ocorre em um momento em que o Índice Bovespa apresenta uma das melhores cifras neste ano. O site Infomoney sustenta que a inflação também deve permanecer relativamente baixa ao longo de 2019, em parte como consequência das atuais políticas de redução dos gastos governamentais.

Mais sobre o tema - Podcast do canal AnaspsBrasil, do Youtube, sobre a redução na expectativa da inflação para 2018:


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Inflação deverá ser menor que o esperado

Instituições financeiras avaliam que inflação deve marcar 4,23% até o final do ano, de acordo com EBC


A redução na expectativa pode ter relação com políticas de redução de gastos promovidas pelo governo - todavia, períodos de contenção da inflação também estão associados a menores taxas de crescimento econômico. 

O artigo sugere que o crescimento econômico brasileiro até o final deste ano deve ser modesto - ficará na casa dos 1,36%, ainda muito distantes de uma cifra que indique real aquecimento e recuperação da economia brasileira, severamente afetada pela crise que teve início no começo da década de 2010.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Jovem Pan News, do Youtube, sobre a inflação no mês de outubro:

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Indústria teve queda em faturamento

Faturamento da Indústria foi 1,1% pior em setembro, de acordo com CNI

De acordo com notícia veiculada ontem, dia primeiro, no site oficial da agência estatal de notícias da EBC (Agência Brasil), o setor industrial teve redução em seu faturamento no mês de setembro. A agência informa que as principais causas para a má performance da indústria brasileira foram a continuidade do desemprego elevado e a redução geral da capacidade de consumo das famílias brasileiras, que levam à ociosidade das empresas, à redução da produção e diminuição das vendas.

O dado divulgado pela EBC foi compilado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na publicação Indicadores CNI - o organismo informa que houve queda nas horas trabalhadas na produção industrial, houve quedas na utilização da capacidade instalada e houve redução no número de postos de trabalho ocupados, apesar de pequeno aumento nos salários dos trabalhadores empregados, segundo o resumo fornecido pela Confederação.

A reportagem da EBC destaca que as dificuldades financeiras das famílias brasileiras foram o principal fator a levar à redução no faturamento da indústria, mas informa que, apesar da redução registrada no 9° ano do mês, em 2018 houve recuperação do setor. A administração eleita sugere que poderá reduzir a carga tributária para as empresas e para as famílias, aumentando o poder de compra dos brasileiros que recebem até cinco salários mínimos, o que pode desempenhar papel em uma recuperação mais expressiva das indústrias no próximo ano.

Mais sobre o tema - CNI discute queda da confiança dos empresários do setor industrial em setembro, dado que pode ter influenciado na redução de uso da capacidade instalada e diminuição do faturamento:


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Setembro registra criação recorde de empregos

Mês teve o melhor resultado, na comparação com os últimos cinco anos, afirma EBC

Em notícia veiculada no último dia 22 pelo site oficial da EBC (Radioagência Nacional), o veículo de comunicação estatal informa que o mês de setembro deste ano teve o melhor resultado, no que diz respeito à criação de postos de trabalho, na comparação com os últimos cinco anos. O resultado pode indicar o gradual processo de recuperação da economia, em crise severa que se intensificou após 2014 e que levou a aumento expressivo  no desemprego.

O informe da EBC sugere que os setores de serviços e indústrias tiveram papel significativo na geração recorde de empregos para o mês de setembro. O fato pode indicar um futuro quadro positivo do setor industrial, que foi severamente atingido pela crise econômica - a revista Época informa que o segmento, entre os anos de 2013 e 2016, havia registrado o fechamento de mais de 1,2 milhões de postos de trabalho.

O dado divulgado pela EBC é proveniente do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho - o cadastro informa que mais de 137 mil postos de trabalho foram criados no mês.

Mais sobre o tema - reportagem sobre criação recorde de empregos em setembro

sábado, 20 de outubro de 2018

Confiança da indústria tem melhora

EBC informa que nível de confiança de empresários do setor industrial teve aumento em outubro

De acordo com artigo disponibilizado ontem, dia 19, no site oficial Agência Brasil da organização estatal de comunicação EBC, o nível de confiança dos empresários do setor industrial no desempenho de seu segmento teve aumento em outubro, em relação a setembro deste ano. A conclusão é obtida a partir do Índice de Confiança do Empresário Industrial, publicado pela Confederação Nacional da Indústria, também na última sexta-feira.

A reportagem sugere que o indicador é mais uma evidência do processo de recuperação da economia brasileira da grande crise que aflige o país, desde o início desta década. Apesar da melhoria observada em outubro, em relação ao mês de setembro, o indicador ainda é influenciado de forma negativa pelos acontecimentos do início do ano no setor de transportes de carga - as paralisações gerais de trabalhadores trazem receios de futuros problemas para as indústrias em operação no Brasil. O artigo indica que, apesar desse revés nos transportes, os empresários da indústria esperam, em geral, um bom desempenho do setor para os próximos seis meses.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Istoé Dinheiro sobre as perspectivas de crescimento da indústria em 2018:


sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Inflação deve permanecer sob controle

Banco Central prevê continuidade da inflação em níveis baixos, como consequência da fraqueza da economia


Em vídeo publicado ontem, dia 27, no canal oficial da Rádio Jovem Pan no Youtube, a jornalista Denise Campos de Toledo comentou as expectativas do Banco Central para a inflação ao longo deste ano. A colunista informa que o Banco Central reduziu a expectativa de crescimento da economia para este ano, com consequente manutenção da inflação em níveis baixos.

O dólar, todavia, pode ter impacto na inflação, levando a aumentos de preços, caso a moeda americana mantenha tendência de alta até o final do ano. O cenário de incerteza no processo eleitoral leva a uma valorização do dólar, uma vez que investidores tendem a preferir aplicações fora do país, considerando a presente indefinição do rumo econômico que o Brasil irá tomar a partir de 2019.

No dia três de setembro, o veículo de comunicação EBC disponibilizou matéria onde afirma que o Banco Central reduziu sua estimativa para a inflação ao longo de 2018 - o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passaria de 4,17% para 4,16%, e a queda continuaria em 2019 (de 4,12% para 4,11%).  O processo de redução da inflação normalmente está associado com desaceleração da economia - o contrário ocorre em períodos nos quais há expansão do PIB.

Veja na íntegra - reportagem da Rádio Jovem Pan sobre inflação e atividade econômica no Brasil:

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

392 mil empregos foram criados em 2018

O Brasil registrou o aumento no número de postos de trabalho no primeiro semestre do ano - reportagem da EBC informa que melhoria foi superior em mais de 450% à criação de empregos no mesmo período de 2017


De acordo com artigo veiculado ontem no site oficial da agência de notícias EBC (Agência Brasil), o país teve um aumento no número de empregos, no primeiro semestre de 2018, em volume superior a 450% em comparação com a criação de postos de trabalho no mesmo período de 2017. A reportagem destaca que velocidade na expansão do número de vagas profissionais foi influenciada pelo bom desempenho de alguns setores da economia - o setor de serviços foi o responsável por 279.130 postos de trabalho, do total superior a 390 mil vagas geradas em 2018.

A notícia da Agência Brasil acrescenta que os setores agrícola e da indústria de transformação também tiveram papel significativo na criação de empregos ao longo do ano. O artigo ainda mostra que, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada pelo IBGE, houve pequena redução na taxa geral de desemprego no país, durante o segundo trimestre de 2018 - nos primeiros três meses do ano, ainda foi registrado aumento no problema que aflige parte expressiva da população, como noticiado pelo IBGE.

Um dos grandes desafios dos candidatos à Presidência será o controle da taxa de desemprego - o país ainda luta para se recuperar da grave crise vivenciada desde 2013. Candidatos como Henrique Meirelles, Jair Bolsonaro e João Amoedo sugerem medidas de redução da carga tributária e estímulo à iniciativa privada e ao empreendedorismo - as medidas poderiam facilitar o reaquecimento da economia e a geração de empregos. O principal candidato de esquerda, Ciro Gomes, sugere que medidas de facilitação de crédito podem estimular o consumo e a produção - o candidato argumenta que a medida pode facilitar futuras reduções no desemprego.

Mais sobre o tema - reportagem da TV Brasil sobre a taxa de desemprego em 2018:


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Previsão de inflação cai, para 2018

Expectativa de inflação até o fim do ano diminuiu, para instituições financeiras consultadas pelo BC

De acordo com notícia veiculada no site oficial da agência de notícias estatal EBC, as previsões do mercado financeiro para a inflação em 2018 tiveram queda - havia expectativa de inflação na ordem de 4,16%, e agora a previsão é de 4,05%. A matéria informa que o dado foi obtido pelo Banco Central brasileiro, em consulta a instituições financeiras.

A informação, ainda conforme o artigo, foi disponibilizada no Boletim Focus, que é publicado semanalmente pelo BC com projeções relativas ao desempenho da economia brasileira. No dia 23 de maio deste ano, o portal UOL também publicou reportagem com expectativa similar, registrando redução na prévia da inflação IPCA-15. O artigo havia destacado que o índice foi o menor desde o ano de 2000 - tiveram influência significativa no fenômeno as modificações nos preços de alimentos e combustíveis, ao longo de 2018.

Reduções na inflação normalmente são identificadas em períodos de desaceleração da economia - épocas de crescimento econômico acelerado normalmente são seguidas por aumentos na inflação.

Mais sobre inflação - vídeo do canal TV Folha, do Youtube, sobre estratégias de finanças pessoais para épocas de menor inflação:


sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Governo se beneficia com venda de imóveis

Estado brasileiro arrecadou mais de R$92 milhões com venda de imóveis apenas em 2018


Conforme notícia veiculada hoje no portal de notícias da agência estatal EBC, o governo brasileiro arrecadou mais de 92 milhões de reais, apenas em 2018, com vendas de imóveis. A atual administração tem praticado um aumento nas vendas de propriedades públicas como parte dos esforços de compensação da dívida pública e dos atuais gastos realizados pelo Estado.

A agência EBC informa que, de 2016 até 2018, houve aumento de 500% no valor total arrecadado em vendas de imóveis pertencentes ao Estado - em operação de venda realizada no último dia 29, o governo conseguiu arrecadar mais de 60 milhões de reais, abrindo mão do controle de três propriedades em Brasília.

Três dos atuais candidatos à presidência da república, que será definida no próximo mês de outubro, já declararam intenção de mantar políticas de vendas de propriedades Estatais e de privatização de empresas públicas: Henrique Meirelles, Jair Bolsonaro e João Amoêdo.

Mais sobre o tema - discussão sobre possível privatização da Eletrobras, no programa Canal Livre, da Rede Bandeirantes:

domingo, 12 de agosto de 2018

Inflação teve pequeno aumento em julho

IGP-M teve pequena ampliação em agosto, sob influência de preços do setor atacadista

De acordo com notícia divulgada no portal oficial da agência de notícias da EBC (Agência Brasil), o indicador de inflação IGP-M teve aumento na primeira prévia de agosto, na proporção de 0,7%. O artigo informa que a taxa superou a prévia de julho, que foi de 0,41%. O fato, conforme o portal, ocorreu por influência de aumentos nos preços no setor atacadista.

Aumentos na inflação podem indicar um processo de gradual aquecimento na economia ou de aumento em preços de matérias primas necessárias para a produção de bens ou de recursos exigidos em sua cadeia produtiva. O IBGE informa que a economia brasileira está, de fato, em um processo de reaquecimento e crescimento: o instituto informou, em maio deste ano, que o Produto Interno Bruto brasileiro cresceu cerca de 0,4% no primeiro trimestre de 2018, em comparação com o último de 2017. O crescimento da agricultura nacional teve destaque - a ampliação da produção no setor foi na proporção de 1,4%, e houve também crescimento, ainda que modesto, na indústria e no setor de serviços.

A Agência Brasil destaca, no artigo, que também há aumentos nos preços do setor de construção civil, conforme dados apurados em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília: o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC/FGV) ainda registra inflação de 0,41% em agosto, apesar de ter registrado pequeno recuo na velocidade de aumentos nos preços desde julho.

Mais sobre o tema - reportagem divulgada no canal oficial da TV Senado sobre a expectativa de crescimento da economia brasileira para 2018:

terça-feira, 31 de julho de 2018

Supermercados cresceram no último semestre

Redes varejistas tiveram crescimento de 2% na primeira metade do ano em comparação com 2017, mesmo com queda em vendas registrada no mês de junho

Apesar da grave crise que atinge o Brasil, os supermercados do país tiveram crescimento no primeiro semestre de 2018 - de acordo com notícia disponibilizada no portal da rede de comunicação EBC, a expansão nas vendas foi da ordem de 2%. O veículo de comunicação informa que a melhora no desempenho do segmento foi um pouco menor do que o esperado pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), e a performance registrada sofreu influência dos movimentos de greve de caminhoneiros, ocorridos no mês de junho.

A Agência Brasil, da EBC, destaca o crescimento nominal de 5,37% no primeiro semestre de 2018.  O veículo de comunicação indica ter ocorrido melhora até mesmo em junho (mês em que ocorreram as paralisações nacionais de transportadoras), na comparação com o sexto mês de 2017 - com resultado 3,37% maior.

Conforme o artigo, a ABRAS havia realizado projeção de crescimento de 3% para o primeiro semestre de 2018. O período das greves de caminhoneiros teve impacto negativo nas vendas do setor -  houve, de acordo com a associação, falhas no suprimento de alguns produtos, como consequência dos problemas nos transportes. Ainda assim, conforme o posicionamento do representante da ABRAS, o desempenho das vendas dos supermercados brasileiros em 2018 se mostrou significativamente positivo.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Band Jornalismo, do Youtube, sobre o desempenho positivo das vendas dos supermercados brasileiros no primeiro semestre de 2018:

sexta-feira, 20 de julho de 2018

População prefere compras em dinheiro

Dados do Banco Central, conforme Agência Brasileira de Comunicação, sugerem que 96% da população prefere realizar pagamentos em dinheiro

Conforme notícia disponibilizada no último dia 19 na página oficial da Agência Brasileira de Comunicação (EBC), 96% da população brasileira ainda prefere realizar pagamentos em dinheiro, ao invés compras com cartões. A informação é proveniente de pesquisa do Banco Central - o levantamento sugere que a maior parte dos brasileiros só tem preferência absoluta para compras com cartão para somas superiores a R$500,00.

Apesar da preferência declarada, a pesquisa destaca que 50% do faturamento do comércio no país é oriundo de compras em dinheiro, e esse percentual apresentou queda de 5% em cinco anos. Compras com uso do cartão de débito já alcançam 20% de todas as negociações no setor - operações em débito representavam apenas 14% de todas as compras, há cinco anos, ainda de acordo com o artigo.

A matéria destaca que a preferência por compras em dinheiro é consequência de um hábito cultural dos consumidores brasileiros, que ainda praticam pequenas estratégias de compra como "juntar trocados" ou acumular notas de pequeno valor para compras menos dispendiosas. O levantamento do BC indicou que até 20% da população tem o hábito de juntar moedas por até seis meses, para compras pequenas.

Veja mais sobre o tema - reportagem do canal Fala Brasil, do Youtube, sobre as mudanças nos hábitos dos consumidores brasileiros durante a crise:

sábado, 7 de julho de 2018

Endividamento das famílias está em queda

Informação divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo sugere que diminuição é afetada por maior cautela dos consumidores

De acordo com matéria veiculada no último dia cinco pelo veículo de comunicação Agência Brasil, o nível de endividamento das famílias brasileiras caiu em 2018 - o fenômeno é resultado de maior cautela dos consumidores, atingidos pela crise econômica. O dado foi publicado originalmente pela CNC -  Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, como parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor.

A matéria da Agência Brasil informa que o percentual das famílias brasileiras com dívidas em atraso foi de 24,2% em maio para 23,7% em junho. Também houve redução no número de famílias que afirmaram não estar em condições de pagar dívidas atrasadas. O tempo médio de atraso das dívidas, todavia, teve aumento em comparação com o último ano.

O portal Investimentos e Notícias publicou artigo, no dia quatro de julho deste ano, no qual reforça a tendência destacada na matéria da Agência Brasil - em São Paulo, pesquisa da FecomercioSP destacou que houve diminuição na intenção de compras financiadas ou a prazo. O fenômeno costuma ser observado em situações de instabilidade econômica, nas quais os consumidores não têm certeza de que poderão honrar dívidas em decorrência de problemas financeiros.

Mais sobre o tema - matéria do canal RIT notícias, do Youtube, sobre a redução no nível de endividamento das famílias brasileiras:

sábado, 16 de junho de 2018

Indústria teve aquecimento de 0,46%

Atividade industrial brasileira teve crescimento de 0,46% em abril - dado foi disponibilizado pelo Banco Central do Brasil

Conforme notícia veiculada ontem, dia 15, pela agência de notícias EBC, a atividade econômica brasileira teve crescimento de 0,46% em abril. A melhoria foi 3,7% maior do que a observada no mesmo período do ano passado, e reforça a expectativa de uma futura saída do Brasil da grave crise econômica vivida desde os primeiros anos da década de 2010.

O site oficial da EBC informa que o dado é originário do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), publicado pela instituição financeira também no dia 15 de junho. A reportagem da EBC acrescenta que houve, em período de um ano, crescimento de 1,52% na atividade industrial.

Ainda conforme a notícia, o IBC-Br agrega informações sobre setores como a indústria, o comércio, o setor de serviços e o setor agrícola, assim como o nível de arrecadação tributária verificada no Brasil. A informação reforça tendência noticiada pela EBC em abril de 2018 - o IBGE, de acordo com o veículo de comunicação, teria registrado crescimento industrial significativo, no primeiro bimestre do ano.

Mais sobre o tema - reportagem do Jornal da Record sobre a retomada do crescimento industrial no Brasil:

quarta-feira, 30 de maio de 2018

PIB cresceu 0,4% no primeiro trimestre

De acordo com notícia veiculada hoje, dia 30, pela agência de notícias EBC, o PIB brasileiro cresceu cerca de 0,4% no primeiro trimestre de 2018, de acordo com pesquisa do IGBE. O desempenho positivo do indicador é motivado pela agricultura nacional, que se destaca apesar dos diversos problemas econômicos vividos pelo país.

A reportagem da EBC informa que a o dado foi publicado inicialmente pelo IBGE na manhã do dia 30, e quantifica a soma de todas as riquezas produzidas na nação nos primeiros meses de 2018. O dado também se mostra favorável na comparação com o primeiro trimestre do ano anterior, onde a situação econômica do Brasil era agravada por uma crise política mais severa. O veículo de comunicação Valor Econômico sugere que o país já superou o período de recessão, e que o quadro geral tende a melhorar.

Além da agricultura, o setor de serviços também contribuiu de forma significativa para a melhoria da situação econômica do Brasil. Apesar disso, a indústria brasileira ainda sofre consequências da crise, e não desempenhou papel significativo na melhoria do PIB do início de 2018. Todavia, o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) avalia que poderá ocorrer melhora da indústria ainda em 2018, com a gradual recuperação nacional.

Mais sobre o tema -  vídeo sobre o crescimento do PIB brasileiro no primeiro semestre de 2018, disponibilizado pelo canal AFPBR, no Youtube:

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Turismo pode estimular economia

Feriados do próximo mês de maio devem injetar R$9 bilhões na economia do Brasil - período deve ser o mais produtivo para o turismo nacional

De acordo com reportagem publicada hoje pela agência de notícias EBC, os feriados de maio deste ano devem injetar cerca de nove bilhões de reais na economia - deverá ser o mês mais rentável para o turismo do Brasil, nos dois semestres. Os feriados - ou "feriadões" - têm destaque pela prática adotada por empresas dos setores público e privado de unir dias entre os feriados e os finais de semana, prática que pode induzir os consumidores a viagens e a maiores gastos, em consequência.

A agência EBC informou, em abril deste ano, que o país recebeu número recorde de turistas no ano de 2017 - foram cerca de 6,5 milhões de visitantes. O público que mais procura os destinos de férias do país é formado pelos viajantes das demais nações latino-americanas - os argentinos se destacam como os principais turistas estrangeiros no Brasil.

Quanto aos visitantes originários de outras regiões além da América Latina, os turistas provenientes dos Estados Unidos também se mostram de grande importância para a economia hoteleira nacional. A principal porta de entrada para os turistas no país é a cidade de São Paulo, que recebe mais de 30% do público estrangeiro.

Mais sobre o tema - os sete destinos turísticos mais procurados do Brasil:


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