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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Ações da Apple sofrem queda de mais de 5%

Tendência foi iniciada por expectativa reduzida de lucros de um dos fornecedores da gigante da tecnologia


As ações da Apple, uma das gigantes da tecnologia, tiveram queda superior a 5% hoje, em decorrência de uma queda nas estimativas de lucros futuros de uma das fornecedoras da organização, de acordo com a agência de notícias norte-americana Fox News. A empresa Lumentum, fornecedora de dispositivos de reconhecimento facial para o Iphone - principal produto da Apple - espera lucros futuros menores, com menos inovações nos sistemas identificação presentes nos aparelhos celulares.

Segundo editorial da Fox News publicado no canal de negócios da rede de comunicação no Youtube, o mercado não espera grandes modificações nos sistemas de reconhecimento facial existentes no mercado, o que sugere uma tendência maior das grandes empresas de tecnologia, que estariam se tornando mais "prestadores de serviços de telecomunicações" do que "grandes desenvolvedoras de novas tecnologias". Esse processo de modificação no comportamento dessas grandes empresas - e, em especial, da Apple - seria impulsionado pela "comoditização" favorecida pelo crescimento de inúmeras concorrentes, com destaque para a Samsung, e pela modificação gerencial trazida pela morte de Steve Jobs. O fundador da Apple é citado pelo editorial como a grande mente criativa por trás das inovações da empresa.

Apesar do elo estabelecido pelo veículo de comunicação, o relatório com previsão de menores lucros divulgado pela Lumentum não mencionou especificamente a Apple - todavia, a empresa é responsável por 30% da receita da desenvolvedora de dispositivos de reconhecimento facial, conforme artigo de outra rede jornalística, a CNBC, também publicado hoje.

Veja na íntegra - vídeo do canal Fox Business sobre queda nos valores das ações da Apple:

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

GE tem problemas de fluxo de caixa

A gigante da indústria norte-americana, que vendeu ativos importantes na Europa, apresenta dificuldades no fluxo de caixa e assusta investidores

De acordo com notícia disponibilizada hoje no site oficial do veículo de comunicação norte-americano Fox Business, a General Electric (GE) está passando por problemas significativos no fluxo de caixa, que já assustam investidores. A companhia recentemente vendeu ativos importantes na Europa e ligados ao segmento de saúde para tentar conter seus custos, de maneira aparentemente mal-sucedida.

A reportagem informa que "a situação do fluxo de caixa da GE está preocupando os investidores porque podem ocorrer reduções nos dividendos [lucro distribuído aos acionistas, um dos grandes motivadores de compras de ações em grandes volumes]". A matéria acrescenta que, recentemente, a empresa cortou os dividendos pagos pela metade.

O quadro pelo qual passa a GE é agravado pela avaliação de crédito - a reportagem da Fox Business também informa que a gigante industrial foi rebaixada por uma das principais agências de análise de crédito, a Standard & Poor's.

Veja na íntegra - reportagem da Fox Business sobre os problemas no fluxo de caixa e reduções nos dividendos pagos pela GE:

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Ações do Facebook sofreram queda recorde

Na última quinta-feira, dia 26, as ações da maior rede social do mundo tiveram desvalorização de 19% no índice Nasdaq, como resultado de faturamento menor do que o esperado e menor número de usuários do que o esperado por investidores


De acordo com reportagem disponibilizada ontem, dia 26, no veículo de comunicação Agência Brasil, da EBC, a rede social Facebook - a maior do mundo - teve desvalorização recorde em suas ações. A queda de valor representou uma perda de recursos de capitalização na ordem de 119 bilhões de dólares americanos - o artigo destaca que essa foi a maior queda diária já registrada por uma empresa na bolsa dos Estados Unidos.

A notícia destaca, entre as razões da queda expressiva, um faturamento menor do que o esperado, registrado pelo Facebook no último trimestre, e um número de usuários diários menos relevante do que o projetado para investidores. A EBC argumenta que os atuais escândalos de vazamentos de dados pessoais de usuários também podem ter impactado de forma negativa o desempenho econômico da organização.

O portal da Agência Brasil menciona David Wehner, diretor financeiro do Facebook, que teria sugerido uma possível continuidade do desempenho ruim da gigante da internet. Para Wehner, o Facebok deverá continuar apresentando performance piorada no segundo semestre de 2018.

Veja mais sobre o tema - reportagem da rede de televisão canadense CBC News sobre a queda recorde no valor das ações do Facebook:


quinta-feira, 26 de julho de 2018

EUA aumentam produção de petróleo

Estado do Texas registrou pico na produção de petróleo desde o início da administração Trump, conforme rede Fox News


A produção de combustíveis fósseis está em tendência de aumento nos Estados Unidos, em particular, no Texas - de acordo com notícia veiculada no último dia 22 pelo veículo de comunicação norte-americano Fox News, o governo de Donald Trump tem o objetivo de "fazer com que os Estados Unidos superem o Irã e o Iraque no mercado internacional de petróleo". O governo Trump teria, de acordo com a Fox, removido uma série de legislações impostas durante a administração Obama, que haviam estimulado a redução na extração de petróleo.

De acordo com o veículo de comunicação, a política atual garante aos Estados Unidos maior independência em relação às campanhas internacionais da OPEP, que levaram, recentemente, à aumentos pequenos nos preços dos combustíveis fósseis. Os países da OPEP estariam tentando forçar uma elevação de preços, em decorrência da maior produção nos Estados Unidos e da ascensão do mercado internacional de veículos elétricos, que ameaça as maiores economias dependentes do petróleo.

John Hofmeister, ex-executivo da Shell entrevistado pela Fox News, argumenta que a medida "deve ser positiva para o mercado interno dos Estados Unidos - se nós possuímos o recurso aqui, por que não utilizá-lo?".

Veja mais sobre o tema - matéria da rede Fox News sobre o aumento na extração de petróleo no Texas:

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Amazon terceiriza entregas com nova abordagem

Gigante do comércio virtual quer estimular negócios regionais de entregas para aumentar sua capacidade, diante de demanda crescente


 A Amazon - maior companhia de comércio virtual do mundo - quer utilizar empresas locais de entregas para expandir sua capacidade, nos Estados Unidos. De acordo com reportagem publicada ontem no portal oficial da rede de comunicação norte-americana CNBC, a Amazon poderá selecionar empresas pequenas, que possuam até 40 vans de entregas, que deverão utilizar logotipos com a identificação da gigante, para agilizar entregas.

As novas terceirizadas da Amazon deverão atuar em parceria com os atuais 75 centros de distribuição da gigante nos Estados Unidos, e sua atividade será complementar à de grandes parceiros históricos da companhia, como a FedEx e a UPS. A administração da Amazon argumenta que o objetivo é "otimizar os custos das entregas" e "acompanhar o crescimento da demanda, que já está além da capacidade dos associados tradicionais" da organização.

De acordo com a reportagem da CNBC, os representantes da Amazon destacam que houve aumentos significativos nos custos das entregas, nos últimos meses, em decorrência da demanda crescente pelo e-commerce. O objetivo da terceirização seria "manter os custos sob controle".

Mais sobre o tema - reportagem sobre a nova política de terceirização da Amazon, publicada no canal da rede de comunicação norte-americana WCPO, no Youtube:

quinta-feira, 28 de junho de 2018

GE promove downsizing abrangente

Empresa já havia vendido ativos na Europa e pretende abrir mão de divisões significativas da organização

A General Electric - considerada uma das maiores e mais tradicionais companhias do mundo - deverá vender ativos importantes como parte de um programa abrangente de downsizing, de acordo com reportagem disponibilizada hoje, dia 27, no site de notícias Fox Business. A empresa já havia reduzido suas operações na Europa, e agora deverá se desfazer de suas principais unidades destinadas ao mercado de saúde - o veículo de comunicação destaca que o objetivo da estratégia é fazer com que a GE se torne "mais simples, econômica" e focada nos setores de aviação e energias renováveis.

O portal Fox Business destaca que a General Electric deverá vender a GE Healthcare, nos próximos doze ou dezoito meses. A Baker Hughes, outra integrante do conglomerado, poderá ser vendida em até três anos. A alta administração da GE destaca que essas medidas significam uma "virada de 180 graus" na abordagem da empresa em suas atividades, com menos abrangência e mais eficiência. As vendas, para os gestores, oferecem uma possibilidade de reduzir a alavancagem financeira do conglomerado, através da quitação de grande parte das dívidas de curto prazo da gigante americana. 

A General Electric foi fundada em 1892 por Thomas Edison, e foi considerada uma das empresas mais inovadoras em seus produtos e técnicas administrativas. A organização, sob o comando do CEO Jack Welch, se tornou um dos cases de gerenciamento bem-sucedido mais estudados do mundo.

Veja na íntegra - reportagem do canal Fox Business, do Youtube, sobre o programa de downsizing da GE:

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Google é considerada "marca mais valiosa"

Gigantes da tecnologia têm desempenho significativo no ranking BrandZTM, e demonstram grandes mudanças globais nos padrões de consumo

De acordo com notícia veiculada no site oficial da revista Exame ontem, dia 30, a Google continua sendo a marca mais valiosa do mundo -  oito entre as dez mais valiosas do mundo são, como a detentora do site de buscas mais usado nos cinco continentes, do setor de tecnologia. A qualificação foi realizada inicialmente pelo ranking anual BrandZTM, conforme a reportagem.

A revista Exame destaca que a Google tem um valor de marca estimado em mais de 302 bilhões de dólares, e conseguiu uma alta superior a 20% em 2017. A Apple - mais famosa fabricante de smart phones do mundo - tem um valor de marca estimado em aproximadamente 300 bilhões de dólares. A terceira colocada do ranking foi a Amazon, gigante das vendas online e pioneira em sistemas de entregas informatizados, que é avaliada em 207 bilhões de dólares.

O artigo destaca a importância da tendência de sucesso das empresas de tecnologia: o veículo informa que, em décadas anteriores, produtoras de cervejas, outras bebidas alcoólicas e cigarros tiveram desempenho notável. A valorização das gigantes ligadas ao Vale do Silício sugere que o padrão de consumo dos compradores atuais dá mais ênfase a produtos de alta tecnologia.

Mais sobre o tema - Lista das marcas mais valorizadas em 2018, divulgada pelo canal BrandZ WPP, no Youtube:


segunda-feira, 30 de abril de 2018

OIT aponta força dos empregos informais

Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela que mais de 60% de todos os postos de trabalho ao redor do mundo são informais


Os empregos informais continuam a desempenhar papel essencial na economia, em todos os países do mundo - de acordo com reportagem disponibilizada hoje na agência de notícias EBC, o trabalho informal representa mais de 60% de todos os postos de emprego, internacionalmente, de acordo com a OIT.

Conforme o artigo da EBC, a informação foi publicada originalmente "no relatório Mulheres e homens na economia informal, divulgado hoje (dia 30), pela Organização Internacional do Trabalho". No conjunto das nações estudadas pela organização, mais de dois bilhões de pessoas atuam em ocupações do mercado de trabalho informal. Em países como o Brasil, onde a crise econômica atingiu severamente tanto o setor público quanto o privado, o segmento informal desempenha papel ainda maior do que em outras nações.

A notícia da EBC informa que a atuação no mercado informal tende a variar conforme o nível de desenvolvimento das nações - países industrializados desenvolvidos tendem a possuir níveis de informalidade menores, enquanto nas nações subdesenvolvidas os empregos informais respondem por uma parcela maior da renda nacional. O fenômeno ocorre com expressão mais notória em nações africanas, da Ásia e região do Oceano Pacífico, bem como na América Latina. O trabalho informal, de acordo com o levantamento realizado pela OIT, também tende a ser mais comum entre os jovens do que na população adulta.

Mais sobre o tema - vídeo do canal Sebrae SP sobre o mercado de trabalho informal:

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

GE vende operações fora dos EUA

Companhia criada pelo inventor da lâmpada elétrica vende parte da organização, no exterior

De acordo com notícia disponibilizada ontem no site jornalístico The Wall Street Journal, a General Electric (GE) vendeu parte das operações, destinadas ao ramo de iluminação, no exterior. A negociação foi fechada com um ex-executivo da empresa, por um valor não informado, conforme o veículo de comunicação.

O Wall Street Journal informa que a venda é um dos primeiros passos da General Electric para se distanciar de seu antigo ramo de operações. O portal acrescenta que a negociação incluiu as operações do setor de iluminação da GE (GE Lighting) na Europa, Oriente Médio, África e Turquia. A compra foi realizada por uma empresa controlada por Joerg Bauer, o antigo presidente da General Electric na Hungria, país no qual as unidades destinadas ao ramo de iluminação estão localizadas.

A General Electric foi criada em 1892, por Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica incandescente e do microfone. A organização foi considerada um exemplo global de gestão de sucesso durante boa parte do Século XX, e ainda é uma das maiores empresas do mundo. As práticas de gestão implementadas por um de seus CEOs, Jack Welch, que chefiou a GE entre 1981 e 2001, são estudadas como cases nas universidades de maior prestígio nos Estados Unidos. 

Mais sobre o tema - reportagem do canal Fox Business, do Youtube, sobre as dificuldades presentes da General Electric:

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Uber conquista mercado europeu de entregas

Gigantes americanas, a Uber e a Amazon poderão conquistar espaço da Delivery Hero e demais companhias de entregas de alimentos na Europa, conforme executivo

De acordo com reportagem disponibilizada no último dia 14 pela agência Reuters, a Uber e a Amazon poderão conquistar o mercado europeu de entregas de alimentos. Niklas Ostberg, empresário fundador da empresa alemã Delivery Heroes, afirmou que "espera competição da Amazon e da Uber, o que pode tornar o ano de 2018 difícil".

O executivo da Delivery Heroes afirmou que, apesar da expectativa de concorrência severa, acredita no potencial de sua empresa para disputar com as companhias americanas - Ostbert declarou que a Delivery Heroes "tem massa crítica" para dividir o mercado, mas admite que a atuação da Uber e da Amazon levará a reduções nos lucros.

Para o investidor, a logística do ramo de negócios poderá se tornar mais arriscada, uma vez que será necessário "competir mais e mais na [redução da] taxa de entrega". A Uber ficou famosa por reduzir significativamente as tarifas dos meios de transporte individuais terceirizados, como os taxis, em todos os países nos quais passou a atuar. A tendência é observada em outros mercados da chamada "sharing economy", ou "economia de compartilhamento", na qual empresas que gerenciam aplicativos acabam por levar aos consumidores serviços a preços muito mais baixos do que os praticados nos mercados tradicionais, nos quais os custos logísticos, de formalização e trabalhistas são muito maiores.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Wochit Tech sobre a atuação da empresa Uber no ramo de entrega de alimentos:

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Economia dos EUA mantém bom desempenho

Incerteza sobre estímulos à produção industrial, política fiscal e efetividade da desburocratização foi superada por resultados favoráveis ao longo dos dois semestres de 2017

A economia dos Estados Unidos vive um momento positivo, com criação de empregos e aumento do PIB - o desempenho do país superou as expectativas de analistas, que ainda não previam um rumo exato para a condução das finanças públicas, das políticas fiscais e de eventuais estímulos à produção industrial, como a redução de tributos e a diminuição da burocracia. Medidas de desburocratização parecem estar gerando resultados favoráveis para a maior potência econômica do Ocidente, ao longo do segundo semestre de 2017, conforme reportagem disponibilizada pelo canal oficial da rede Fox News, no Youtube.

O veículo declara que "analistas previram um 'colapso certo' da economia, com uma mudança brusca na gestão'". O fato não ocorreu, e o que se verificou foi o contrário: a produção industrial do país, que por anos sofreu com a competição da China e de países que possuem mão-de-obra mais barata, conseguiu uma recuperação significativa. Em agosto, a economia dos Estados Unidos registrou o maior crescimento no último período de três anos. Ao mesmo tempo, houve, até setembro, 40 recordes de alta do índice de produção Dow Jones (indicador do desempenho da indústria), fato que convenceu os analistas da efetividade da simplificação tributária e burocrática. A política atual também fomenta o retorno de indústrias históricas dos EUA, como a automobilística, para a produção dentro do território americano, sob a ameaça de barreiras fiscais - até então, foi observado um desmonte da infraestrutura da indústria automotiva, com a mudança da cadeia produtiva de empresas do setor para países como a China, onde os salários são significativamente mais baixos e a legislação trabalhista é irrelevante.

A reportagem destaca que o mercado de ações permanece em tendência de alta, tendo sido pouco afetado até mesmo pela votação do orçamento do governo (que, normalmente, leva a incertezas). O número de empregos no setor industrial, ainda conforme o trecho, também está aumentando.

Veja na íntegra - reportagem da Fox News sobre o desempenho da economia americana em 2017:

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Apple vendeu 46 mi. de Iphones no trimestre

Gigante da tecnologia, conforme reportagem da CNBC, vendeu cerca de 46,7 milhões de Iphones, entre julho e outubro de 2017

A Apple, maior companhia do setor da tecnologia da informação do mundo segundo a revista Forbes, conseguiu vender 46,7 milhões de unidades do Iphone, seu mais popular produto, apenas no terceiro trimestre de 2017.A companhia conseguiu superar a expectativa de seus investidores, que calculavam resultado pouco melhor do que o demonstrado no último ano, quando a Apple vendeu, no mesmo trimestre, 45,5 milhões de unidades da linha de smartphones, de acordo com reportagem do veículo de comunicação norte-americano CNBC

De acordo com relatório do portal da bolsa de valores Nasdaq produzido hoje, dia seis de novembro, a capitalização de mercado - valor somado de todas as ações da organização - da Apple é de 891 bilhões de dólares. É o maior valor entre todas as companhias de TI do mundo, e é seguida pela Google, que detém o segundo lugar no valor somado de ações. Apesar do resultado favorável em comparação com 2016, a Apple apresentou desempenho pior do que em 2015, quando a gigante da tecnologia conseguiu vender 48,05 milhões de Iphones.

Além do resultado favorável do Iphone, a Apple também conseguiu vender 10,3 milhões de Ipads, contra uma expectativa de venda de 10 milhões, e 5,4 milhões de Macs, vencendo a projeção de vendas inicial de 4,98 milhões. Conforme a revista Forbes, a Apple possui, além de uma valorização superior à sua principal concorrente no ramo dos smartphones (a Samsung), os mais vultosos lucros, entre todas as operações das gigantes de TI.

Veja mais sobre o tema - review em vídeo sobre os mais destacados smartphones de 2017, publicado pelo canal Tech Insider:

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

PIB americano cresceu, apesar de desastres

Desenvolvimento econômico dos Estados Unidos viveu crescimento em taxa de 3% no terceiro trimestre de 2017, apesar de desastres naturais


De acordo com artigo disponibilizado no site de notícias US News, a economia dos Estados Unidos teve taxa de crescimento de 3% no terceiro trimestre de 2017, mesmo durante a temporada de furacões. A produção total de bens e serviços teve aumento de 3,1% no segundo trimestre, e o crescimento entre julho e setembro contribuiu para que a sucessão de resultados positivos já seja considerada a melhor desde 2014, no país.

A reportagem destaca que o crescimento surpreendeu economistas, que imaginavam um impacto maior da temporada de furacões no desempenho da produção total dos Estados Unidos em 2017, para os meses em questão. Os analistas da situação econômica fizeram previsões de um resultado menor em ao menos 0,5%. O resultado também confirma o sucesso da nova política econômica e de redução de tributos e cortes na burocracia - as reformas foram aplicadas para ampliar os resultados do desempenho americano após a grande crise de 2008. Conforme o portal US News, o crescimento da economia teria sido, até as mudanças, "anêmico", em médias de 2,2%.

Na opinião de Paul Ashworth, chefe do instituto de estudos econômicos Capital Economics, entrevistado pelo site US News, os dados "mais sólidos do que o esperado" revelaram que os desastres naturais tiveram impacto "de pouca relevância sobre a economia americana". Os danos identificados na produção ocorreram nos setores de óleo e gás, especialmente, no Texas, e no setor agrícola, no estado da Flórida, mais próximo das regiões caribenhas onde os furacões se revelaram mais destrutivos.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Fox Business, do Youtube, sobre o crescimento econômico dos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2017:

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Índice Dow Jones bate novo recorde

Um dos principais indicadores do aquecimento da economia americana, o índice teve alta recorde, influenciada por bons resultados da Caterpillar e por promessa de reforma fiscal


Conforme notícia disponibilizada ontem, dia 24, no site oficial do veículo de comunicação norte-americano CNBC, o índice Dow Jones Industrial Average, que sugere os níveis da atividade econômica na maior potência do Ocidente, atingiu alta recorde. O resultado positivo foi influenciado pelo bom desempenho de duas gigantes da indústria dos EUA: a empresa Caterpillar, produtora de veículos pesados, principalmente para a construção civil, e a 3M, que atua nos segmentos de transporte, saúde, itens de escritório, segurança e produtos elétricos - o aquecimento da economia americana também está sendo influenciado pelos recentes cortes na carga tributária, assim como pela promessa de mais reduções nos impostos, de acordo com o portal.

Desde o início do ano, a economia dos Estados Unidos já bateu ao menos dois recordes de alta no Dow Jones Industrial Average, e está vivenciando o crescimento mais rápido dos últimos três anos, conforme a CNN Money. A atividade industrial está sendo auxiliada pela simplificação da burocracia e da carga tributária, que foram duas das principais bandeiras da administração que assumiu em 2017. O mercado de trabalho dos Estados Unidos também está sendo influenciado positivamente pelas reformas - a CNN Money informa, em matéria disponibilizada no dia 12/09, que "o país vivenciou abertura-recorde de postos de trabalho". No total, de acordo com a rede, aproximadamente 6,2 milhões de empregos foram criados, até o terceiro trimestre de 2017.

O artigo da CNBC sobre a alta recorde do Dow Jones Industrial Average acrescenta que os investidores dos Estados Unidos estão cultivando grandes expectativas sobre as novas reformas e cortes de carga tributária. O objetivo do governo é facilitar a atividade industrial e atrair novamente para os Estados Unidos as companhias que, nos últimos anos, tarnsferiram suas cadeias produtivas para países em desenvolvimento que apresentavam vantagens comparativas, quando em competição com a potência econômica. O governo também sinalizou que poderá instituir barreiras alfandegárias, especificamente, para montadoras que produzam veículos fora do território dos EUA e tentem revender no país, que possui um dos mais ativos mercados consumidores do planeta.

Mais sobre o tema - vídeo do Canal PragerU, do Youtube, sobre a relação entre a menor carga tributária e a maior eficiência econômica:


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

China exige produção de carros elétricos

Governo chinês pressiona montadoras para fabricação de veículos com nova matriz energética - Estado deverá instituir novas diretrizes compulsórias em 2019. 

O governo da China está adotando medidas severas para a produção de carros movidos a energia elétrica - a partir de 2019, como informa o portal Deutsche Welle em artigo publicado ontem, dia 28, todas as fabricantes que tenham vendas anuais superiores a 30.000 carros deverão produzir veículos elétricos em uma cota equivalente a ao menos 10% da frota comercializada.

A decisão reforça discussão ao redor do globo sobre a necessidade de substituição da matriz energética dos chamados combustíveis fósseis (entre os subprodutos destes estão a gasolina e o diesel) pela energia elétrica. Alguns governos, incluindo da França e do Reino Unido, já indicam que adotarão pressão similar contra as montadoras. Grandes companhias, como a BMW e a Tesla, já desenvolvem carros elétricos de grande eficiência.

O veículo Deutsche Welle acrescenta que a cota de produção de elétricos deverá subir para 12% das frotas comercializadas, a partir de 2020. A decisão original do governo seria a instituição de uma cota de 8% em 2018, mas devido a pedidos das montadoras por mais tempo de adaptação às novas exigências, foi determinado que o início dos regulamentos só ocorrerá em 2019. Caso as montadoras falhem em cumprir suas cotas de produção de veículos elétricos, penalidades severas poderão ser aplicadas pelo Estado, incluindo a proibição de vendas de carros movidos a combustíveis fósseis em território chinês.

Mais sobre o tema - matéria do canal Journeyman Pictures sobre a campanha pela fabricação de carros elétricos e a nova política ambiental na China:

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Controle da Rolling Stone está à venda

Uma das maiores revistas de música e comentário político dos Estados Unidos será vendida pela companhia detentora, a Wenner Media

Conforme notícia publicada ontem no site oficial da rede de comunicação britânica BBC, a Rolling Stone - uma das principais revistas de música e polemismo político dos Estados Unidos - será vendida por sua companhia detentora. A venda do controle da publicação reconhecida internacionalmente ocorre porque, conforme o entendimento dos proprietários, o ambiente de negócios está mais difícil e o comportamento dos consumidores mudou, desfavoravelmente para a organização.

A reportagem da BBC destaca que um dos principais problemas que levam à venda da Rolling Stone é a tendência das leituras em plataformas digitais, como os sites de notícias. O novo comportamento dos consumidores americanos e de outros países traz um "ambiente de mercado mais severo", que prejudica as operações da Rolling Stone. O fenômeno afeta outras gigantes da imprensa, nos Estados Unidos e no resto do mundo.

Um grande exemplo de outra publicação que sofre com perda de leitores é o New York Times - o veículo, conforme o periódico Fortune, perdeu, no último trimestre de 2016, 20% de sua receita proveniente de publicidade impressa. O instituto Pew Research Center informa que os jornais impressos dos EUA estão no 28º ano consecutivo de perda de leitores, atingindo níveis totais de circulação equivalentes aos do ano de 1945.

A reportagem da BBC informa que a decisão de venda da Rolling Stone foi "estratégica" e que o propósito é transformar a revista em um "veículo multi-plataforma", com maior ênfase em publicações na internet. Todavia, a Wenner Media ainda não estaria em negociação direta com qualquer comprador específico.

Mais sobre o tema - reportagem sobre a venda da Rolling Stone, publicada pelo canal Wochit Entertainment, no Youtube:

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Nova rival da Uber se expande na Europa

Concorrente promete conquistar público ocidental com preços mais competitivos do que os da empresa resposável pela revolução nos transportes

A Uber venceu a disputa pelos consumidores com preços mais baixos do que o serviço convencional de taxi, e com a proposta de oferecer uma fonte de renda alternativa para muitas pessoas. Agora, na Europa Ocidental, uma concorrente da Uber pretende derrotar a gigante com a mesma estratégia - conforme reportagem publicada hoje no site da rede de comunicação norte-americana CNBC, a Taxify, empresa estoniana, oferece preços mais baixos e remuneração melhor aos motoristas, através da cobrança de uma comissão menor.

De acordo com o artigo, a empresa lançará suas operações hoje, em Londres. Aplicando a estratégia de preço de penetração, a Taxify irá oferecer corridas 50% mais baratas - o objetivo é tomar parte do mercado consumidor da Uber, promovendo a "lealdade" de alguns dos passageiros iniciais. Para a CNBC, a companhia pretende "manter os preços em patamar mais baixo, cobrando uma comissão permanente de 15%, menor do que a usada pela maioria das empresas do setor, que trabalham com valores entre os 25 e 35%". A abordagem é similar à aplicada pelo Uber na conquista do segmento.

O CEO da companhia, Markus Villig, de acordo com o veículo de comunicação, acredita que a comissão baixa também será muito mais interessante para os motoristas. Ele argumenta que o valor é bom o suficiente para garantir a "sustentação econômica do negócio, gerando até mesmo um lucro significativo na maioria dos mercados". A Taxify foi criada em agosto de 2013, quando seu CEO, Villig, tinha apenas 19 anos - desde então, o serviço alcançou 19 países na Europa Central e Oriental, bem como algumas nações africanas, e é usado por cerca de 2,5 milhões de pessoas.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Euronews, do Youtube, sobre a nova concorrente do Uber:

domingo, 3 de setembro de 2017

Elon Musk - "Model 3 terá a melhor segurança"

Em vídeo disponibilizado no canal oficial da Tesla Motors, no Youtube, o inventor, empresário da tecnologia e proprietário da companhia, Elon Musk, discutiu características do modelo mais novo da montadora, o Model 3 - de acordo com Musk, o carro não apenas possui características marcantes da organização, como o design, o conforto e a ênfase no uso da eletricidade, como também será um dos mais fortes do mercado, no que diz respeito à segurança. O Model 3 promoveu o recente impulso de valorização das ações da Tesla, não apenas por prometer alcançar um segmento mais amplo do público, mas também por possibilitar à empresa a venda de atualizações, nos sistemas do carro.

Musk afirma que um dos maiores desafios na engenharia do Model 3 foi a tentativa de transpor o estilo de para-brisas ampliados, bem como as dimensões relativamente reduzidas do veículo, para o novo desenho, mantendo o conforto e a sensação de espaço. O inventor afirma que alguns de seus veículos anteriores "dão a incrível sensação de estar pilotando um helicóptero" - e esse padrão teria sido alcançado com o novo produto.

Ao mesmo tempo, de acordo com o proprietário da Tesla, o modelo foi desenhado para ter um processo de fabricação fácil, superando o processo adotado nos veículos anteriores da companhia. O carro foi "projetado para ser leve, fácil e ao alcance dos consumidores". Não obstante, Elon Musk destaca a performance do Model 3 na segurança: o inventor compara, em vídeos mostrados simultaneamente, como se sai o novo carro e um veículo projetado pela marca considerada a mais segura, no mercado automobilístico da América do Norte. Ele afirma: "o carro considerado até hoje 'o mais seguro do mercado' se tornou o 2º colocado. É óbvio, qual dos dois vocês prefeririam, em uma colisão".

Com uma sucessão de inovações que vão dos carros elétricos mais eficientes do mercado, considerados luxuosos e de design esportivo, a sistemas de condução autônoma (sem necessidade de motorista), a Tesla conseguiu alcançar o posto de montadora mais valorizada do mercado dos Estados Unidos, mesmo com uma concorrência feroz. Investidores entendem o Model 3 como um acréscimo significativo ao portfólio da companhia do homem que é chamado de "o Tony Stark - o homem de ferro - do mundo real".

Veja na íntegra - Elon Musk fala sobre as características do Model 3, no lançamento do novo modelo da Tesla:

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Model 3 promove alta em ações da Tesla

Novo veículo, que garantirá receitas através de atualizações à companhia, é visto com otimismo por investidores

O novo carro da Tesla, o veículo Model 3, é visto por investidores como uma nova aposta de sucesso da empresa fundada por Elon Musk. De acordo com notícia veiculada hoje no site oficial da agência de notícias Reuters, a expectativa do mercado explica a presente alta nas ações da nova gigante da insdústria automobilística.

A Reuters informa que as ações da Tesla (TSLA.O) tiveram aumento de 7,2% hoje, o que "indica a confiança depositada por investidores na capacidade do CEO Elon Musk para transformar os esforços de captação de recursos para a custosa produção de seu novo produto 'de massa', o sedan Model 3, em lucros". A companhia, avaliada por analistas, em seus primeiros dias, como "inviável", já se destaca entre as maiores dos Estados Unidos.

O artigo acrescenta que a organização já teve aumento expressivo no valor de suas ações neste ano, chegando a elevação de 52%, e que a nova expectativa positiva no Model 3 "acrescenta quatro bilhões de dólares ao valor de mercado da Tesla". Conforme reportagem da CNBC disponibilizada em maio deste ano, um fator que justifica as expectativas dos investidores é o mecanismo de atualizações pagas para os sistemas do novo carro, o que poderá impulsionar as receitas da empresa de Musk.

A Tesla teve início alvejando a produção de carros elétricos de luxo, principalmente para o mercado americano e europeu. A empresa, em expansão para países como a Índia e com o lançamento de veículos destinados ao grande público, como o Model 3, busca ampliar sua atuação e cumprir o projeto de Elon Musk para a organização - de acordo com o inventor, uma das missões da companhia é "mudar a matriz energética dos transportes, em todo o mundo".


Mais sobre o tema - matéria do canal Tech Insider, do Youtube, sobre o Model 3:

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Honda inicia recall por riscos com bateria

Problema pode causar chamas no motor do modelo Accord, segundo artigo 

Conforme reportagem disponibilizada hoje pelo veículo de comunicação norte-americano CNN, a Honda iniciou um programa de recall do modelo "Accord", em decorrência de problemas com baterias dos carros da empresa comercializados nos Estados Unidos. As baterias estariam apresentando falhas em sensores, que podem iniciar chamas no motor. Os sensores, conforme a companhia, não estariam "suficientemente protegidos contra umidade e detritos, e essa falha provoca o risco de curto e fogo".

Todavia, de acordo com o artigo, até o momento, não houve relatos de lesões a proprietários dos veículos em decorrência de fogo em motores. Este esforço para recall foi motivado por diversos relatos de proprietários, que reclamaram de motores de carros da Honda incendiados pelo defeito nos sensores, mas sem danos físicos aos motoristas e passageiros. O risco de fogo deve motivar a devolução de mais de dois milhões de unidades do produto, em todo o mundo. A CNN acrescenta que outro problema recente da montadora criou riscos mais diretos aos proprietários, através de mal funcionamento no sistema de airbags de alguns modelos.

A empresa assegura que iniciará a notificação dos proprietários do veículo Accord até o fim deste mês, para o recall. O veículo de comunicação acrescenta que a empresa foi atingida, recentemente, pelas consequências negativas da devolução de modelos equipados com airbags Takata, propensos a explosões, que poderiam lançar estilhaços contra pessoas que estivessem dentro do carro. Este defeito teria ocasionado a morte de ao menos doze pessoas, nos Estados Unidos. Proprietários em outras nações também teriam sofrido lesões ocasionadas pela falha no dispositivo de segurança.

Apesar do problema, a companhia continua a investir no modelo sedã, enquanto, nos Estados Unidos, suas concorrentes retomam o foco em carros SUV e caminhonetes, populares no mercado da maior potência industrial do Ocidente.

Mais sobre o tema - reportagem da CNN sobre defeito em sistema de aribags, que motivou recall anterior:

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