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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Ações da Apple sofrem queda de mais de 5%

Tendência foi iniciada por expectativa reduzida de lucros de um dos fornecedores da gigante da tecnologia


As ações da Apple, uma das gigantes da tecnologia, tiveram queda superior a 5% hoje, em decorrência de uma queda nas estimativas de lucros futuros de uma das fornecedoras da organização, de acordo com a agência de notícias norte-americana Fox News. A empresa Lumentum, fornecedora de dispositivos de reconhecimento facial para o Iphone - principal produto da Apple - espera lucros futuros menores, com menos inovações nos sistemas identificação presentes nos aparelhos celulares.

Segundo editorial da Fox News publicado no canal de negócios da rede de comunicação no Youtube, o mercado não espera grandes modificações nos sistemas de reconhecimento facial existentes no mercado, o que sugere uma tendência maior das grandes empresas de tecnologia, que estariam se tornando mais "prestadores de serviços de telecomunicações" do que "grandes desenvolvedoras de novas tecnologias". Esse processo de modificação no comportamento dessas grandes empresas - e, em especial, da Apple - seria impulsionado pela "comoditização" favorecida pelo crescimento de inúmeras concorrentes, com destaque para a Samsung, e pela modificação gerencial trazida pela morte de Steve Jobs. O fundador da Apple é citado pelo editorial como a grande mente criativa por trás das inovações da empresa.

Apesar do elo estabelecido pelo veículo de comunicação, o relatório com previsão de menores lucros divulgado pela Lumentum não mencionou especificamente a Apple - todavia, a empresa é responsável por 30% da receita da desenvolvedora de dispositivos de reconhecimento facial, conforme artigo de outra rede jornalística, a CNBC, também publicado hoje.

Veja na íntegra - vídeo do canal Fox Business sobre queda nos valores das ações da Apple:

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Uber Eats está em expansão nos EUA

Gigante do delivery tem o objetivo de alcançar 70% da população dos Estados Unidos até o final de 2018

Em reportagem publicada ontem, dia 23, o veículo de comunicação norte-americano Fox News informa que a Uber Eats está em processo de expansão de suas operações no território dos Estados Unidos e tem o objetivo de alcançar 70% da população da maior economia do Ocidente até o final de 2018. O artigo frisa que, até então, o objetivo da Uber foi o de servir principalmente à população urbana dos EUA - a meta da companhia agora é alcançar a maior área possível do país.

A Uber Eats foi criada em 2014 como subsidiária da Uber destinada a serviços de entrega de encomendas por motoristas particulares, em sistema similar ao modo de operação da companhia matriz. O site Recode informa que a Uber Eats já atua em cerca de 250 países, e movimentou cerca de 3,8 bilhões de dólares ao longo de 2017.

A Fox News informa que a nova estratégia da Uber Eats no território americano é alcançar a fatia de mercado representada pelos "mercados suburbanos dos Estados Unidos, e suas cidades pequenas". A companhia também lançará um recurso de "auto-registro" para restaurantes que queiram utilizar os profissionais ou motoristas  particulares da Uber para entregas.

Mais sobre o tema - reportagem sobre a expansão da Uber Eats:

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Novo recorde de taxa de emprego nos EUA

Estados Unidos registram menor número de pedidos de seguro desemprego dos últimos 49 anos, com taxa de crescimento da economia de 4,2%

De acordo com notícia publicada pelo veículo de comunicação norte-americano Fox Business no último dia 13, os Estados Unidos registraram, no início do mês, o menor volume de cidadãos solicitando benefícios equivalentes ao seguro-desemprego dos últimos 49 anos. O recorde para as últimas décadas é acompanhado por uma taxa de crescimento econômico de 4,2%, que, segundo a reportagem, foi identificado no segundo trimestre de 2018.

O governo dos Estados Unidos tem adotado como estratégia para o crescimento do PIB a redução de burocracia para a atuação de empresas em diversos campos da atividade econômica, bem como a instituição de tarifas alfandegárias para limitar a importação de produtos chineses que, no entendimento da atual administração americana, fazem concorrência desleal com os fabricados em solo americano, uma vez que a China possui uma legislação trabalhista que permite salários extremamente baixos e condições de trabalho prejudiciais.

A matéria destaca que, no mês de agosto, a economia americana criou mais de 200.000 postos de trabalho. O processo de aquecimento, de acordo com a reportagem, "já está próximo do que pode ser chamado de 'pleno emprego' e tende a continuar".

Mais sobre o tema - reportagem do canal Euronews, do Youtube, sobre o crescimento da economia americana:

quinta-feira, 26 de julho de 2018

EUA aumentam produção de petróleo

Estado do Texas registrou pico na produção de petróleo desde o início da administração Trump, conforme rede Fox News


A produção de combustíveis fósseis está em tendência de aumento nos Estados Unidos, em particular, no Texas - de acordo com notícia veiculada no último dia 22 pelo veículo de comunicação norte-americano Fox News, o governo de Donald Trump tem o objetivo de "fazer com que os Estados Unidos superem o Irã e o Iraque no mercado internacional de petróleo". O governo Trump teria, de acordo com a Fox, removido uma série de legislações impostas durante a administração Obama, que haviam estimulado a redução na extração de petróleo.

De acordo com o veículo de comunicação, a política atual garante aos Estados Unidos maior independência em relação às campanhas internacionais da OPEP, que levaram, recentemente, à aumentos pequenos nos preços dos combustíveis fósseis. Os países da OPEP estariam tentando forçar uma elevação de preços, em decorrência da maior produção nos Estados Unidos e da ascensão do mercado internacional de veículos elétricos, que ameaça as maiores economias dependentes do petróleo.

John Hofmeister, ex-executivo da Shell entrevistado pela Fox News, argumenta que a medida "deve ser positiva para o mercado interno dos Estados Unidos - se nós possuímos o recurso aqui, por que não utilizá-lo?".

Veja mais sobre o tema - matéria da rede Fox News sobre o aumento na extração de petróleo no Texas:

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Amazon terceiriza entregas com nova abordagem

Gigante do comércio virtual quer estimular negócios regionais de entregas para aumentar sua capacidade, diante de demanda crescente


 A Amazon - maior companhia de comércio virtual do mundo - quer utilizar empresas locais de entregas para expandir sua capacidade, nos Estados Unidos. De acordo com reportagem publicada ontem no portal oficial da rede de comunicação norte-americana CNBC, a Amazon poderá selecionar empresas pequenas, que possuam até 40 vans de entregas, que deverão utilizar logotipos com a identificação da gigante, para agilizar entregas.

As novas terceirizadas da Amazon deverão atuar em parceria com os atuais 75 centros de distribuição da gigante nos Estados Unidos, e sua atividade será complementar à de grandes parceiros históricos da companhia, como a FedEx e a UPS. A administração da Amazon argumenta que o objetivo é "otimizar os custos das entregas" e "acompanhar o crescimento da demanda, que já está além da capacidade dos associados tradicionais" da organização.

De acordo com a reportagem da CNBC, os representantes da Amazon destacam que houve aumentos significativos nos custos das entregas, nos últimos meses, em decorrência da demanda crescente pelo e-commerce. O objetivo da terceirização seria "manter os custos sob controle".

Mais sobre o tema - reportagem sobre a nova política de terceirização da Amazon, publicada no canal da rede de comunicação norte-americana WCPO, no Youtube:

quinta-feira, 28 de junho de 2018

GE promove downsizing abrangente

Empresa já havia vendido ativos na Europa e pretende abrir mão de divisões significativas da organização

A General Electric - considerada uma das maiores e mais tradicionais companhias do mundo - deverá vender ativos importantes como parte de um programa abrangente de downsizing, de acordo com reportagem disponibilizada hoje, dia 27, no site de notícias Fox Business. A empresa já havia reduzido suas operações na Europa, e agora deverá se desfazer de suas principais unidades destinadas ao mercado de saúde - o veículo de comunicação destaca que o objetivo da estratégia é fazer com que a GE se torne "mais simples, econômica" e focada nos setores de aviação e energias renováveis.

O portal Fox Business destaca que a General Electric deverá vender a GE Healthcare, nos próximos doze ou dezoito meses. A Baker Hughes, outra integrante do conglomerado, poderá ser vendida em até três anos. A alta administração da GE destaca que essas medidas significam uma "virada de 180 graus" na abordagem da empresa em suas atividades, com menos abrangência e mais eficiência. As vendas, para os gestores, oferecem uma possibilidade de reduzir a alavancagem financeira do conglomerado, através da quitação de grande parte das dívidas de curto prazo da gigante americana. 

A General Electric foi fundada em 1892 por Thomas Edison, e foi considerada uma das empresas mais inovadoras em seus produtos e técnicas administrativas. A organização, sob o comando do CEO Jack Welch, se tornou um dos cases de gerenciamento bem-sucedido mais estudados do mundo.

Veja na íntegra - reportagem do canal Fox Business, do Youtube, sobre o programa de downsizing da GE:

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Economia dos EUA mantém bom desempenho

Incerteza sobre estímulos à produção industrial, política fiscal e efetividade da desburocratização foi superada por resultados favoráveis ao longo dos dois semestres de 2017

A economia dos Estados Unidos vive um momento positivo, com criação de empregos e aumento do PIB - o desempenho do país superou as expectativas de analistas, que ainda não previam um rumo exato para a condução das finanças públicas, das políticas fiscais e de eventuais estímulos à produção industrial, como a redução de tributos e a diminuição da burocracia. Medidas de desburocratização parecem estar gerando resultados favoráveis para a maior potência econômica do Ocidente, ao longo do segundo semestre de 2017, conforme reportagem disponibilizada pelo canal oficial da rede Fox News, no Youtube.

O veículo declara que "analistas previram um 'colapso certo' da economia, com uma mudança brusca na gestão'". O fato não ocorreu, e o que se verificou foi o contrário: a produção industrial do país, que por anos sofreu com a competição da China e de países que possuem mão-de-obra mais barata, conseguiu uma recuperação significativa. Em agosto, a economia dos Estados Unidos registrou o maior crescimento no último período de três anos. Ao mesmo tempo, houve, até setembro, 40 recordes de alta do índice de produção Dow Jones (indicador do desempenho da indústria), fato que convenceu os analistas da efetividade da simplificação tributária e burocrática. A política atual também fomenta o retorno de indústrias históricas dos EUA, como a automobilística, para a produção dentro do território americano, sob a ameaça de barreiras fiscais - até então, foi observado um desmonte da infraestrutura da indústria automotiva, com a mudança da cadeia produtiva de empresas do setor para países como a China, onde os salários são significativamente mais baixos e a legislação trabalhista é irrelevante.

A reportagem destaca que o mercado de ações permanece em tendência de alta, tendo sido pouco afetado até mesmo pela votação do orçamento do governo (que, normalmente, leva a incertezas). O número de empregos no setor industrial, ainda conforme o trecho, também está aumentando.

Veja na íntegra - reportagem da Fox News sobre o desempenho da economia americana em 2017:

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

PIB americano cresceu, apesar de desastres

Desenvolvimento econômico dos Estados Unidos viveu crescimento em taxa de 3% no terceiro trimestre de 2017, apesar de desastres naturais


De acordo com artigo disponibilizado no site de notícias US News, a economia dos Estados Unidos teve taxa de crescimento de 3% no terceiro trimestre de 2017, mesmo durante a temporada de furacões. A produção total de bens e serviços teve aumento de 3,1% no segundo trimestre, e o crescimento entre julho e setembro contribuiu para que a sucessão de resultados positivos já seja considerada a melhor desde 2014, no país.

A reportagem destaca que o crescimento surpreendeu economistas, que imaginavam um impacto maior da temporada de furacões no desempenho da produção total dos Estados Unidos em 2017, para os meses em questão. Os analistas da situação econômica fizeram previsões de um resultado menor em ao menos 0,5%. O resultado também confirma o sucesso da nova política econômica e de redução de tributos e cortes na burocracia - as reformas foram aplicadas para ampliar os resultados do desempenho americano após a grande crise de 2008. Conforme o portal US News, o crescimento da economia teria sido, até as mudanças, "anêmico", em médias de 2,2%.

Na opinião de Paul Ashworth, chefe do instituto de estudos econômicos Capital Economics, entrevistado pelo site US News, os dados "mais sólidos do que o esperado" revelaram que os desastres naturais tiveram impacto "de pouca relevância sobre a economia americana". Os danos identificados na produção ocorreram nos setores de óleo e gás, especialmente, no Texas, e no setor agrícola, no estado da Flórida, mais próximo das regiões caribenhas onde os furacões se revelaram mais destrutivos.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Fox Business, do Youtube, sobre o crescimento econômico dos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2017:

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Índice Dow Jones bate novo recorde

Um dos principais indicadores do aquecimento da economia americana, o índice teve alta recorde, influenciada por bons resultados da Caterpillar e por promessa de reforma fiscal


Conforme notícia disponibilizada ontem, dia 24, no site oficial do veículo de comunicação norte-americano CNBC, o índice Dow Jones Industrial Average, que sugere os níveis da atividade econômica na maior potência do Ocidente, atingiu alta recorde. O resultado positivo foi influenciado pelo bom desempenho de duas gigantes da indústria dos EUA: a empresa Caterpillar, produtora de veículos pesados, principalmente para a construção civil, e a 3M, que atua nos segmentos de transporte, saúde, itens de escritório, segurança e produtos elétricos - o aquecimento da economia americana também está sendo influenciado pelos recentes cortes na carga tributária, assim como pela promessa de mais reduções nos impostos, de acordo com o portal.

Desde o início do ano, a economia dos Estados Unidos já bateu ao menos dois recordes de alta no Dow Jones Industrial Average, e está vivenciando o crescimento mais rápido dos últimos três anos, conforme a CNN Money. A atividade industrial está sendo auxiliada pela simplificação da burocracia e da carga tributária, que foram duas das principais bandeiras da administração que assumiu em 2017. O mercado de trabalho dos Estados Unidos também está sendo influenciado positivamente pelas reformas - a CNN Money informa, em matéria disponibilizada no dia 12/09, que "o país vivenciou abertura-recorde de postos de trabalho". No total, de acordo com a rede, aproximadamente 6,2 milhões de empregos foram criados, até o terceiro trimestre de 2017.

O artigo da CNBC sobre a alta recorde do Dow Jones Industrial Average acrescenta que os investidores dos Estados Unidos estão cultivando grandes expectativas sobre as novas reformas e cortes de carga tributária. O objetivo do governo é facilitar a atividade industrial e atrair novamente para os Estados Unidos as companhias que, nos últimos anos, tarnsferiram suas cadeias produtivas para países em desenvolvimento que apresentavam vantagens comparativas, quando em competição com a potência econômica. O governo também sinalizou que poderá instituir barreiras alfandegárias, especificamente, para montadoras que produzam veículos fora do território dos EUA e tentem revender no país, que possui um dos mais ativos mercados consumidores do planeta.

Mais sobre o tema - vídeo do Canal PragerU, do Youtube, sobre a relação entre a menor carga tributária e a maior eficiência econômica:


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Startup usa conceito da Airbnb em trailers

Nova empresa promove a "economia de compartilhamento" em veículos recreativos - trailers - e deve explorar o gosto tradicional dos americanos por estes modelos


Com o sucesso da Airbnb, que nasceu em 2008, o conceito de "Economia de Compartilhamento" se tornou a menina dos olhos dos empresários que buscam aproveitar oportunidades em um mercado que busca gastar menos recursos financeiros. O Airbnb revolucionou o mercado de hotelaria, assim como o Uber mudou completamente a dinâmica dos transportes individuais em muitas cidades do mundo. A empresa americana Outdoorsy (www.outdoorsy.com) quer levar a proposta da Airbnb para o mercado dos Trailers, ou veículos recreativos (RVs).

Os famosos RVs são uma paixão dos americanos há décadas - a nação continental tem milhares de famílias que viajam fazendo uso desses veículos, anualmente. A proposta da Outdoorsy é permitir que qualquer cliente possa vivenciar férias com o recurso, sem precisar, necesariamente, gastar grandes quantias para adquirir seu próprio trailer. Apesar de os RVs terem se tornado um veículo tipicamente americano, com a definição clara de um segmento do mercado automotivo dos EUA, a companhia coloca como sua visão "se tornar a líder mundial na locação dos veículos recreativos".


De acordo com reportagem publicada no veículo de comunicação norte-americano CNBC, "a Outdoorsy busca explorar o que percebe como uma tendência na locação dos RVs". O artigo informa que a empresa já tem aproximadamente 2.300 trailers listados em seu site, que vão de modelos mais simples aos luxuosos, com aluguéis que variam de U$30,00 a U$500,00 por mês. A CNBC acrescenta que, conforme pesquisa da própria startup, 12% das famílias dos Estados Unidos possuem seu próprio RV, o que indica que, ao menos no mercado da maior economia do Ocidente, haverá demanda para a proposta da Outdoorsy.

Mais sobre o tema - vídeo institucional da Outdoorsy:

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Controle da Rolling Stone está à venda

Uma das maiores revistas de música e comentário político dos Estados Unidos será vendida pela companhia detentora, a Wenner Media

Conforme notícia publicada ontem no site oficial da rede de comunicação britânica BBC, a Rolling Stone - uma das principais revistas de música e polemismo político dos Estados Unidos - será vendida por sua companhia detentora. A venda do controle da publicação reconhecida internacionalmente ocorre porque, conforme o entendimento dos proprietários, o ambiente de negócios está mais difícil e o comportamento dos consumidores mudou, desfavoravelmente para a organização.

A reportagem da BBC destaca que um dos principais problemas que levam à venda da Rolling Stone é a tendência das leituras em plataformas digitais, como os sites de notícias. O novo comportamento dos consumidores americanos e de outros países traz um "ambiente de mercado mais severo", que prejudica as operações da Rolling Stone. O fenômeno afeta outras gigantes da imprensa, nos Estados Unidos e no resto do mundo.

Um grande exemplo de outra publicação que sofre com perda de leitores é o New York Times - o veículo, conforme o periódico Fortune, perdeu, no último trimestre de 2016, 20% de sua receita proveniente de publicidade impressa. O instituto Pew Research Center informa que os jornais impressos dos EUA estão no 28º ano consecutivo de perda de leitores, atingindo níveis totais de circulação equivalentes aos do ano de 1945.

A reportagem da BBC informa que a decisão de venda da Rolling Stone foi "estratégica" e que o propósito é transformar a revista em um "veículo multi-plataforma", com maior ênfase em publicações na internet. Todavia, a Wenner Media ainda não estaria em negociação direta com qualquer comprador específico.

Mais sobre o tema - reportagem sobre a venda da Rolling Stone, publicada pelo canal Wochit Entertainment, no Youtube:

domingo, 3 de setembro de 2017

Elon Musk - "Model 3 terá a melhor segurança"

Em vídeo disponibilizado no canal oficial da Tesla Motors, no Youtube, o inventor, empresário da tecnologia e proprietário da companhia, Elon Musk, discutiu características do modelo mais novo da montadora, o Model 3 - de acordo com Musk, o carro não apenas possui características marcantes da organização, como o design, o conforto e a ênfase no uso da eletricidade, como também será um dos mais fortes do mercado, no que diz respeito à segurança. O Model 3 promoveu o recente impulso de valorização das ações da Tesla, não apenas por prometer alcançar um segmento mais amplo do público, mas também por possibilitar à empresa a venda de atualizações, nos sistemas do carro.

Musk afirma que um dos maiores desafios na engenharia do Model 3 foi a tentativa de transpor o estilo de para-brisas ampliados, bem como as dimensões relativamente reduzidas do veículo, para o novo desenho, mantendo o conforto e a sensação de espaço. O inventor afirma que alguns de seus veículos anteriores "dão a incrível sensação de estar pilotando um helicóptero" - e esse padrão teria sido alcançado com o novo produto.

Ao mesmo tempo, de acordo com o proprietário da Tesla, o modelo foi desenhado para ter um processo de fabricação fácil, superando o processo adotado nos veículos anteriores da companhia. O carro foi "projetado para ser leve, fácil e ao alcance dos consumidores". Não obstante, Elon Musk destaca a performance do Model 3 na segurança: o inventor compara, em vídeos mostrados simultaneamente, como se sai o novo carro e um veículo projetado pela marca considerada a mais segura, no mercado automobilístico da América do Norte. Ele afirma: "o carro considerado até hoje 'o mais seguro do mercado' se tornou o 2º colocado. É óbvio, qual dos dois vocês prefeririam, em uma colisão".

Com uma sucessão de inovações que vão dos carros elétricos mais eficientes do mercado, considerados luxuosos e de design esportivo, a sistemas de condução autônoma (sem necessidade de motorista), a Tesla conseguiu alcançar o posto de montadora mais valorizada do mercado dos Estados Unidos, mesmo com uma concorrência feroz. Investidores entendem o Model 3 como um acréscimo significativo ao portfólio da companhia do homem que é chamado de "o Tony Stark - o homem de ferro - do mundo real".

Veja na íntegra - Elon Musk fala sobre as características do Model 3, no lançamento do novo modelo da Tesla:

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Preços do petróleo continuam a ter quedas

Mesmo com redução de estoques nos EUA, commodity permanece em tendência de queda

O petróleo segue em tendência de queda, apesar dos estoques baixos nos Estados Unidos - a commodity já sofre a pressão do aumento da exploração do petróleo em território americano, assim como da expansão de uso de fontes de energia alternativa em setores importantes, como o abastecimento de veículos. Segundo reportagem publicada no último dia 15 pela agência Reuters, a tendência de queda nos preços continua "apesar da diminuição dos estoques, ao longo de todo o ano de 2017 - o fenômeno também é estimulado pelo aumento da produção nos Estados Unidos".

O artigo informa que os estoques "caíram pela sétima semana consecutiva, atingindo uma baixa recorde desde o ano de 2016, com 8,95 milhões de barris". A produção de gasolina, todavia, teve um aumento, nos EUA. De acordo com matéria publicada no dia 14 no site do Jornal do Brasil, no portal Terra, a valorização do dólar também contribui para a redução do valor da commodity. A Opep, de acordo com o jornal, estaria, desde o ano de 2016, tentando reverter o processo, através de uma política de redução da produção, que tem sido tornada ineficaz pela política adotada pelo novo governo dos Estados Unidos (para aumentar a produção interna).

Conforme o site oficial da Nasdaq - segunda mais importante bolsa de valores dos Estados Unidos - existe uma tendência de redução nos preços, apesar de grandes estoques do recurso ao redor do mundo. A queda deverá ocorrer por gradual diminuição na demanda pela matéria prima que ainda é a mais utilizada para a produção dos combustíveis da maior parte dos veículos em atividade. A Nasdaq destaca que mesmo a demanda por petróleo na China, que foi crescente ao longo dos últimos anos, dá sinais de estabilização.

Mais sobre o tema - matéria do canal Record News sobre os fatores que influenciam o preço do petróleo:

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Consumo impulsiona economia americana

Economia do país, que vive níveis recordes de emprego desde a crise de 2008, é acelerada por melhoria no consumo das famílias

A economia americana vive uma de suas melhores fases, desde a grande crise de 2008, um nível de emprego que alcança mais de 95% da população economicamente ativa. De acordo com reportagem veiculada no último dia 31 pelo site de notícias econômicas MercoPress, o nível de consumo médio das famílias americanas também está sendo uma ajuda significativa para a recuperação da maior potência industrial do Ocidente.

O artigo informa, sobre a retomada do crescimento nos EUA, que "o crescimento econômico dos Estados Unidos recebeu velocidade ao longo do segundo trimestre de 2017, o que sugere que pode haver um crescimento anual de 2,6%. A retomada está recebendo ajuda dos gastos dos consumidores, que se expandiram em um nível de 2,8%, o que induz empreendedores a investir em meios de produção [para acompanhar o aumento da demanda]".

Apesar do quadro positivo vivido no país, alguns dados ainda são desfavoráveis: o aumento no nível de emprego não tem sido acompanhado por elevação nos valores dos salários. Além disso, conforme a reportagem, "o crescimento registrado no primeiro trimestre foi menor do que o esperado, em 1,2%, comparado com a estimativa de 1,4%. O Fundo Monetário Internacional revisou sua avaliação para o crescimento da economia americana em 2017, de 2,3% para 2,1%".

O plano econômico do novo governo consiste em redução da carga tributária, para estimular os investimentos dentro do país, na criação de obstáculos alfandegários para companhias que queiram produzir fora dos Estados Unidos e revender dentro do mercado do maior mercado do mundo e no corte de regulamentações nos mais variados campos da produção industrial e agrícola. O mercado vê a orientação com otimismo: desde o estabelecimento do novo comando do Executivo dos Estados Unidos, a principal bolsa de valores do país registrou 50 recordes de altas históricas, conforme o site de notícias econômicas The Balance.

Mais sobre o tema - reportagem do canal EuroNews, do Youtube, sobre crescimento do PIB americano, auxiliado por expansão do consumo:

sábado, 5 de agosto de 2017

209 mil empregos foram criados nos EUA em julho

Recuperação do mercado de trabalho é significativa na indústria - expectativa é de que PIB americano cresça 2,5% em 2017

A economia americana dá sinais de forte recuperação do processo recessivo iniciado em 2008 - apenas no mês de julho, conforme notícia veiculada hoje pelo portal de notícias britânico The Guardian, cerca de 209.000 postos de trabalho foram criados. A reportagem também indica que a estimativa de empregos criados em junho havia sido subestimada - no último mês do semestre, 9.000 postos de trabalho foram criados a mais, superando expectativas de analistas econômicos, que haviam identificado geração de 222.000 oportunidades.

O artigo do portal The Guardian destaca que a maior parte das vagas foi criada em setores com remuneração menor, como os de alimentação e indústria. O setor de saúde registrou criação de 39.000 empregos. O setor industrial, seguindo a nova orientação protecionista do Executivo dos Estados Unidos, vive período positivo, com criação de 313.000 postos de trabalho. Ainda de acordo com o site jornalístico, setores com salários maiores, como o da construção civil, registraram criação de empregos menos expressiva. O veículo acrescenta que os dados sobre a geração de empregos reforçam a percepção da recuperação econômica, mas com retomada lenta do poder de compra das famílias.

O crescimento nas remunerações, nos Estados Unidos, foi de 2,5%, em comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com o site oficial do Bureau of Economic Analysis, órgão oficial do governo dos Estados Unidos para estudos sobre a economia do país, a expectativa de crescimento atualizada do PIB, no segundo semestre de 2017, é de 2,6% - o valor do Produto Interno Bruto da maior economia do Ocidente é de U$18,57 trilhões. Entre os setores que impulsionam o renovado crescimento americano, está a indústria automobilística, que registrou produção recorde no ano passado, com a montagem de mais de 17,5 milhões de carros.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Euronews Business, do Youtube, sobre a criação de empregos nos Estados Unidos:

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Elon Musk cria alternativa em transportes rodoviários

Novo projeto do criador da Tesla será baseado em rede de túneis para carros, sob a malha rodoviária já existente

Elon Musk, o milionário criador da Tesla e da SpaceX, acabou de lançar um novo projeto de otimização das redes de transportes urbanos - a The Boring Company. O projeto consistirá em redes de túneis, sob as estradas convencionais, que poderão ser acessados através de sistemas de elevadores. Uma vez nos túneis, os carros deverão ser colocados sob plataformas - shuttles - que serão deslocadas em alta velocidade sobre trilhos, de modo que viagens mais longas ou em áreas com grande tráfego de veículos poderão ser feitas em muito menos tempo. 

Musk revelou o conceito de seu novo projeto em uma palestra e ao longo de uma série de publicações em seus perfis oficiais em redes sociais - conforme o veículo de comunicação norte-americano CNN, o inventor teve a ideia enquanto estava preso em um engarrafamento, na cidade de Los Angeles, na Califórnia (EUA). Elon Musk comentou, bem antes do lançamento da nova companhia, que "o trânsito nos deixa loucos. Eu vou começar a construir uma máquina escavadora de túneis e vou sair cavando por aí". Ainda de acordo com a CNN, Musk já publicou as primeiras imagens de equipamentos da empresa, e pretende iniciar escavações para o novo projeto em breve.

O investidor é conhecido por suas inovações no campo dos transporte - de acordo com ele, seus objetivos são tornar os meios de transporte mais rápidos e menos poluentes. Por iniciativa do empresário, a Tesla, a maior companhia de carros elétricos do mundo, foi criada. Musk também desenvolveu projetos de transporte coletivo, como o Hyperloop, e mesmo iniciativas no campo da exploração espacial. A SpaceX, uma de suas companhias, tem o propósito de iniciar a colonização de Marte em um período de até vinte anos.

A iniciativa The Boring Company ("A Empresa de Escavação"), para a CNN, parece "um sonho distante" da realidade atual, mas Elon Musk "é conhecido por escolher projetos praticamente impossíveis e transformá-los em realidade". A Tesla - a companhia de carros elétricos de Musk - começou gerando prejuízos gigantescos, e foi criticada como "inviável" por concorrentes. A montadora já é a mais valorizada dos Estados Unidos - o que confere mérito ao seu criador.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Newsy, do Youtube, sobre a nova companhia de Elon Musk:



Veja na íntegra - vídeo promocional lançado pela Tesla sobre novo projeto

sábado, 18 de março de 2017

Estados Unidos têm redução no desemprego

País vive momento de otimismo com criação de mais de 200.000 postos de trabalho, em fevereiro


A economia dos Estados Unidos mostra que definitivamente superou as ondas de choque da grande crise de 2008 - a nação com o maior PIB do mundo registrou a criação de 235.000 postos de trabalho, apenas no segundo mês de 2017. O dado superou a expectativa dos analistas, que previam a criação de cerca de 170.000 novos empregos, em grande parte devido ao momento de otimismo nas bolsas de valores. Nas últimas semanas, os Estados Unidos também registraram as maiores altas nos indicadores de suas bolsas de valores, em toda a História. O dado é reflexo, em parte, da percepção de que grandes companhias terão mais estímulos para a produção dentro dos EUA, com o objetivo de alcançar o mercado consumidor do país - o mais pujante do mundo.

O efeito desfavorável do crescimento econômico é a expectativa de aumento na inflação, e a consequente elevação na taxa de juros pelo FED, com o intuito de manter a estabilidade econômica. A perspectiva de aumento na inflação também tem como base o aumento nos salários, já observado em cidades como Chicago, e o consequente aumento no poder de compra das famílias americanas. Nos últimos anos, apesar dos esforços do governo, boa parte da população do país ficou dependente de programas governamentais para a manutenção de sua renda e até mesmo de acesso a serviços de saúde - este dado, todavia, começou a mudar em 2017, com a gradual melhora da economia.

Para a indústria dos Estados Unidos, o momento é extremamente favorável - o governo já anunciou que irá aplicar sanções a companhias que se instalem em nações com mão de obra mais barata para revenda no mercado americano. O intuito é fomentar o aquecimento industrial dos EUA e a criação de empregos, potencializando o poder de compra do já robusto mercado consumidor da nação.

Em vídeo - criação de emprego nos EUA supera expectativas:

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Disney espera menos lucro para novo "Star Wars"

A gigante do entretenimento norte-americana proprietária da franquia Star Wars espera lucros menores para o novo filme da saga - de acordo com o site de notícias The Verge, a sequência Star Wars - Rogue One deverá ter desempenho muito menos impressionante do que The Force Awakens. O último filme conseguiu grande público e resenhas favoráveis, mas o novo título já sofreu críticas severas em decorrência da profusão de películas lançadas, em um tempo relativamente pequena, pela Disney.

O site The Verge informa que a Disney considerou "The Force Awakens um sucesso que impressionou favoravelmente a audiência e um fenômeno cultural. A empresa não espera repetir o feito com o mais recente lançamento". Bob Iger, CEO da Disney, disse: "não esperamos que Rogue One alcance o mesmo nível de sucesso que The Force Awakens, mas o interesse do público na franquia continua alto", o que revelaria que a iniciativa deverá trazer bons resultados. O veículo de comunicação também informa que modificações foram feitas na película, que podem amenizar o tom da narrativa, para que o lançamento se adeque à visão da Disney sobre a série.

Conforme o editorial do portal, uma "união de fatos positivos" permitiu que Star Wars: The Force Awakens fizesse grande sucesso, tornando-se o filme de maior sucesso de bilheteria da História dos Estados Unidos - apesar da diferença de proporções, o novo filme poderá ter sucesso, graças ao retorno de um dos personagens mais clássicos da saga, o vilão Darth Vader. No filme anterior, conforme o veículo de comunicação, a presença do ator Harrisson Ford foi considerada uma grande vantagem, que atraiu parte do público que admirava os primeiros filmes da narrativa.

Star Wars - Rogue One será um offshoot da saga principal, sobre Anakin e Luke Skywalker. O novo filme abordará aventuras de uma personagem à parte, ainda durante os eventos dos três primeiros filmes lançados por George Lucas. A Disney, detendora dos direitos para a produção da saga, deverá lançar novos filmes da franquia nos próximos anos.

Mais sobre Star Wars - trailer oficial de Rogue One:

sábado, 8 de outubro de 2016

EUA criam 156.000 empregos, em setembro

A economia dos Estados Unidos continua a cerscer, demonstrando recuperação plena da crise de 2008, que levou o país a uma das mais graves recessões da História. A nação criou mais de 150.000 empregos, no mês de setembro, conforme a agência de comunicação britânica BBC. Apesar da expansão significativa do número de empregados, o crescimento foi menor do que o esperado - analistas estimavam um aumento para mais 167.000 postos de trabalho ocupados.

Os Estados Unidos estão sendo beneficiados pela queda internacional nos preços dos combustíveis fósseis, em decorrência das tecnologias de uso do xisto betuminoso (combustível existente em grandes volumes no território americano) e da superação da crise de 2008, fomentada pelos títulos subprime, de alto risco. Os dados referentes à economia dos EUA mostram a expansão do consumo, dos investimentos no próprio país e uma redução tímida dos investimentos de americanos fora do país. Ao mesmo tempo, as economias de outros países sofrem com recessões - como no caso da América Latina, prejudicada pela queda nos preços do petróleo - ou com desconfiança de investidores, que é o que ocorre na China, onde suspeita-se da estabilidade para os próximos anos.

O governo americano divulgou dados que indicam mais contratações nos setores de serviços e saúde. Apesar do aumento no número de postos de trabalho ocupados, o crescimento está abaixo do registrado no ano passado, quando foram criados, em média, 229.000 empregos por mês. A cotação do dólar também refletiu o cenário positivo da economia dos Estados Unidos - a moeda retoma, gradualmente, os patamares atingidos antes da grande crise.

Conforme a análise da BBC, "apesar de o crescimento no número de postos de trabalho ocupados ter sido menor em 2016 do que foi em 2015, o resultado é bastante satisfatório e mostra que eventuais problemas econômicos estão sendo compensados com a criação de novos postos de trabalho e com o consequente crescimento no nível de renda das famílias americanas. Em geral, pode-se dizer que esses dados são bons para o país, e que a gradual expansão nos níveis de emprego criará reflexos nos relatórios sobre o crescimento da economia". No entendimento do veículo jornalístico britânico, o país também poderá registrar menores taxas de juros durante esse ano, uma vez que a economia parece mais estável e mais atrante para os investidores.

Mais sobre o tema - agência de notícias AFP discute crescimento da economia americana:

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Atividade econômica está em expansão nos Estados Unidos

Salários estão aumentando, seguindo melhorias registradas no país

Conforme artigo publicado hoje pela agência de notícias Reuters, a atividade econômica dos Estados Unidos está em expansão - diversas regiões do país estão registrando aumentos nos salários dos trabalhadores. Ainda de acordo com a Reuters, os baixos níveis de desemprego e a melhoria dos indicadores econômicos permitem afirmar que os salários continuaram a subir.

A agência informa que, como consequência da situação positiva, o FED poderá reduzir as taxas de juros, caso os Estados Unidos não sejam gravemente afetados pela economia global - a desaceleração da economia chinesa está provocando apreensão de investidores da Europa e do Japão, por exemplo, que estão passando por momento pior do que o país norte-americano.

Apesar do bom momento pelo qual os Estados Unidos estão passando, a nação não registrou ainda aumento significativo no consumo. Em Boston, os principais empregos favorecidos pelo aumento nos salários foram as vagas em Tecnologia da Informação, em Engenharia Civil e na indústria manufatureira.

Confira matéria da Euronews que aborda o crescimento da economia americana em 2015 e no início de 2016:

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