quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Desemprego se mantém estável em 3 regiões

Conforme notícia disponibilizada ontem, dia 29, no veículo de comunicação público EBC, o desemprego permanece estável em três regiões do Brasil - na cidade de Porto Alegre, no Distrito Federal e na região metropolitana de São Paulo. Os dados publicados na reportagem são originários da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada desde 1984 em São Paulo pelo DIEESE, Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, e que hoje já é conduzida em oito capitais do país.

Ainda de acordo com o artigo da EBC, houve aumento no número de empregados no Distrito Federal, enquanto foi registrada diminuição na taxa de ocupação em Porto Alegre. Na região metropolitana de São Paulo houve pequeno aumento no desemprego, na ordem de 0,1% - a taxa de desemprego foi de 17,8% para 17,9%. O número total de desempregados na capital de São Paulo e adjacências é de um milhão e novecentas mil pessoas.

A reportagem destaca que, na compreensão dos pesquisadores, o pior resultado foi o do setor público, que colaborou para a pequena redução na taxa de emprego observada. Houve queda de 4,1% no número de assalariados no setor público - no setor privado, ao longo de 2017, foram criadas 566 mil vagas no setor privado, principalmente sem carteira assinada (conforme dados disponibilizados pelo IBGE em agosto).

Mais sobre o tema - reportagem do canal Jornal Minas, do Youtube, sobre o desemprego no Brasil. Veículo informa que, entre os principais atingidos pela crise econômica, estão os trabalhadores mais jovens:

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Dívida pública permanecerá grave em 2018

Rádio Jovem Pan destaca que situação da dívida pública deverá continuar alarmante ao longo do próximo exercício, tendo atingido 74% do PIB apenas em 2017


Apesar dos esforços do governo federal para conteção de gastos, a evolução da dívida pública brasileira continua preocupando os economistas - o endividamento do Estado já compromete 74% do PIB, e não será observada qualquer melhoria significativa nesse quadro ao menos até 2018, de acordo com reportagem publicada hoje, dia 29, no site oficial da Rádio Jovem Pan. O trecho destaca que mesmo o saldo acumulado neste ano ainda é muito negativo, apesar da política que vem restringindo investimentos governamentais em grande quantidade de campos.

Conforme o veículo de comunicação, "pelo menos no mês de outubro, houve uma pequena melhoria no comportamento das contas: saíram, nesta semana, os dados do governo central, e hoje o setor público, como um todo, apresentou superávit de 4,75 bilhões de reais nesse mês. De qualquer modo, há um histórico muito negativo: o saldo acumulado neste ano é ainda muito negativo, e existe uma preocupação com a evolução da dívida pública, que atingiu 74% do PIB".

A rádio Jovem Pan destaca que, neste ano, poderá ser possível atingir a meta de déficit com alguma contenção dos gastos públicos, mas a situação no ano que vem deverá continuar grave para o país. A reportagem contou com a participação de Alexandre Chaia, diretor da Artesanal Investimentos, que afirmou que, apesar da grave situação econômica e do severo endividamento público, "a economia voltou a reagir - o que acontece e que produz o resultado favorável observado em outubro é a contenção de gastos e o aumento das receitas públicas [fomentado pelo maior aquecimento da economia]. Existe um crescimento econômico que está se mostrando superior até do que o esperado pelo governo, neste final de ano, com mais arrecadação. No ano que vem, a situação permanecerá de grande dúvida, uma vez que o desempenho da economia e das políticas de redução do endividamento dependerão muito das medidas tomadas - não sabemos se mais contenções serão efetivamente realizadas, não sabemos se o governo vai conseguir impedir os políticos de criarem benesses demais, dado que 2018 será um ano de eleições".

Veja na íntegra - reportagem da Rádio Jovem Pan sobre a dívida pública brasileira:

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Apple vendeu 46 mi. de Iphones no trimestre

Gigante da tecnologia, conforme reportagem da CNBC, vendeu cerca de 46,7 milhões de Iphones, entre julho e outubro de 2017

A Apple, maior companhia do setor da tecnologia da informação do mundo segundo a revista Forbes, conseguiu vender 46,7 milhões de unidades do Iphone, seu mais popular produto, apenas no terceiro trimestre de 2017.A companhia conseguiu superar a expectativa de seus investidores, que calculavam resultado pouco melhor do que o demonstrado no último ano, quando a Apple vendeu, no mesmo trimestre, 45,5 milhões de unidades da linha de smartphones, de acordo com reportagem do veículo de comunicação norte-americano CNBC

De acordo com relatório do portal da bolsa de valores Nasdaq produzido hoje, dia seis de novembro, a capitalização de mercado - valor somado de todas as ações da organização - da Apple é de 891 bilhões de dólares. É o maior valor entre todas as companhias de TI do mundo, e é seguida pela Google, que detém o segundo lugar no valor somado de ações. Apesar do resultado favorável em comparação com 2016, a Apple apresentou desempenho pior do que em 2015, quando a gigante da tecnologia conseguiu vender 48,05 milhões de Iphones.

Além do resultado favorável do Iphone, a Apple também conseguiu vender 10,3 milhões de Ipads, contra uma expectativa de venda de 10 milhões, e 5,4 milhões de Macs, vencendo a projeção de vendas inicial de 4,98 milhões. Conforme a revista Forbes, a Apple possui, além de uma valorização superior à sua principal concorrente no ramo dos smartphones (a Samsung), os mais vultosos lucros, entre todas as operações das gigantes de TI.

Veja mais sobre o tema - review em vídeo sobre os mais destacados smartphones de 2017, publicado pelo canal Tech Insider:

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Governo arrecadará 12 bilhões em privatização

Conforme a EBC, plano de venda da estatal Eletrobras já está definido e poderá auxiliar em esforço de contenção de gastos - governo tem a intenção de obter ao menos 12 bilhões em venda da companhia

O processo de privatização das companhias estatais prossegue, e a grande companhia pública da vez é a Eletrobras - com a venda da organização, o governo pretende arrecadar cerca de 12 bilhões de reais. A Eletrobras, fundada em 1962, tem atuado de forma deficitária, ao longo dos últimos anos, e deverá ser um passo a mais na extinção das grandes companhias governamentais que geram mais prejuízos do que incrementos para os cofres públicos. Críticos afirmam que a privatização pode, todavia, prejudicar a autonomia energética do país.

Conforme matéria veiculada hoje no site oficial do veículo de comunicação EBC, os procedimentos para a privatização da gigante da energia já foram estabelecidos. O portal informa que a elaboração do plano contou com avaliações técnicas dos ministérios de Minas e Energia, do Planejamento e da Fazenda, e que o projeto deve ser encaminhado para análise por parte dos ministros, na próxima semana.

Os críticos do projeto de privatização afirmam que o setor energético é estratégico, e que uma venda mal planejada pode trazer prejuízo econômico para as reservas estatais, uma vez que a companhia pode valer mais do que o preço que efetivamente será praticado. Por outro lado, analistas favoráveis à venda da empresa governamental afirmam que a gestão da Eletrobras tem sido deficitária, com medidas sucessivas que colaboraram para a desvalorização das ações da estatal e para a perda de eficiência econômica na atuação operacional, em um setor que é de grande importância (o setor energético). A opinião favorável à privatização indica que uma gestão pautada pela eficiência econômica tenderá à otimização do serviço e à melhoria da infra-estrutura energética, ao mesmo tempo em que os gestores da empresa serão, naturalmente, forçados a zelar pela valorização de sua organização, ao contrário do que ocorre, por vezes, em uma gestão pública ou de economia mista.

Mais sobre o tema - matéria da Rádio Jovem Pan sobre a privatização da Eletrobras:

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

PIB americano cresceu, apesar de desastres

Desenvolvimento econômico dos Estados Unidos viveu crescimento em taxa de 3% no terceiro trimestre de 2017, apesar de desastres naturais


De acordo com artigo disponibilizado no site de notícias US News, a economia dos Estados Unidos teve taxa de crescimento de 3% no terceiro trimestre de 2017, mesmo durante a temporada de furacões. A produção total de bens e serviços teve aumento de 3,1% no segundo trimestre, e o crescimento entre julho e setembro contribuiu para que a sucessão de resultados positivos já seja considerada a melhor desde 2014, no país.

A reportagem destaca que o crescimento surpreendeu economistas, que imaginavam um impacto maior da temporada de furacões no desempenho da produção total dos Estados Unidos em 2017, para os meses em questão. Os analistas da situação econômica fizeram previsões de um resultado menor em ao menos 0,5%. O resultado também confirma o sucesso da nova política econômica e de redução de tributos e cortes na burocracia - as reformas foram aplicadas para ampliar os resultados do desempenho americano após a grande crise de 2008. Conforme o portal US News, o crescimento da economia teria sido, até as mudanças, "anêmico", em médias de 2,2%.

Na opinião de Paul Ashworth, chefe do instituto de estudos econômicos Capital Economics, entrevistado pelo site US News, os dados "mais sólidos do que o esperado" revelaram que os desastres naturais tiveram impacto "de pouca relevância sobre a economia americana". Os danos identificados na produção ocorreram nos setores de óleo e gás, especialmente, no Texas, e no setor agrícola, no estado da Flórida, mais próximo das regiões caribenhas onde os furacões se revelaram mais destrutivos.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Fox Business, do Youtube, sobre o crescimento econômico dos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2017:

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Índice Dow Jones bate novo recorde

Um dos principais indicadores do aquecimento da economia americana, o índice teve alta recorde, influenciada por bons resultados da Caterpillar e por promessa de reforma fiscal


Conforme notícia disponibilizada ontem, dia 24, no site oficial do veículo de comunicação norte-americano CNBC, o índice Dow Jones Industrial Average, que sugere os níveis da atividade econômica na maior potência do Ocidente, atingiu alta recorde. O resultado positivo foi influenciado pelo bom desempenho de duas gigantes da indústria dos EUA: a empresa Caterpillar, produtora de veículos pesados, principalmente para a construção civil, e a 3M, que atua nos segmentos de transporte, saúde, itens de escritório, segurança e produtos elétricos - o aquecimento da economia americana também está sendo influenciado pelos recentes cortes na carga tributária, assim como pela promessa de mais reduções nos impostos, de acordo com o portal.

Desde o início do ano, a economia dos Estados Unidos já bateu ao menos dois recordes de alta no Dow Jones Industrial Average, e está vivenciando o crescimento mais rápido dos últimos três anos, conforme a CNN Money. A atividade industrial está sendo auxiliada pela simplificação da burocracia e da carga tributária, que foram duas das principais bandeiras da administração que assumiu em 2017. O mercado de trabalho dos Estados Unidos também está sendo influenciado positivamente pelas reformas - a CNN Money informa, em matéria disponibilizada no dia 12/09, que "o país vivenciou abertura-recorde de postos de trabalho". No total, de acordo com a rede, aproximadamente 6,2 milhões de empregos foram criados, até o terceiro trimestre de 2017.

O artigo da CNBC sobre a alta recorde do Dow Jones Industrial Average acrescenta que os investidores dos Estados Unidos estão cultivando grandes expectativas sobre as novas reformas e cortes de carga tributária. O objetivo do governo é facilitar a atividade industrial e atrair novamente para os Estados Unidos as companhias que, nos últimos anos, tarnsferiram suas cadeias produtivas para países em desenvolvimento que apresentavam vantagens comparativas, quando em competição com a potência econômica. O governo também sinalizou que poderá instituir barreiras alfandegárias, especificamente, para montadoras que produzam veículos fora do território dos EUA e tentem revender no país, que possui um dos mais ativos mercados consumidores do planeta.

Mais sobre o tema - vídeo do Canal PragerU, do Youtube, sobre a relação entre a menor carga tributária e a maior eficiência econômica:


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Startup usa conceito da Airbnb em trailers

Nova empresa promove a "economia de compartilhamento" em veículos recreativos - trailers - e deve explorar o gosto tradicional dos americanos por estes modelos


Com o sucesso da Airbnb, que nasceu em 2008, o conceito de "Economia de Compartilhamento" se tornou a menina dos olhos dos empresários que buscam aproveitar oportunidades em um mercado que busca gastar menos recursos financeiros. O Airbnb revolucionou o mercado de hotelaria, assim como o Uber mudou completamente a dinâmica dos transportes individuais em muitas cidades do mundo. A empresa americana Outdoorsy (www.outdoorsy.com) quer levar a proposta da Airbnb para o mercado dos Trailers, ou veículos recreativos (RVs).

Os famosos RVs são uma paixão dos americanos há décadas - a nação continental tem milhares de famílias que viajam fazendo uso desses veículos, anualmente. A proposta da Outdoorsy é permitir que qualquer cliente possa vivenciar férias com o recurso, sem precisar, necesariamente, gastar grandes quantias para adquirir seu próprio trailer. Apesar de os RVs terem se tornado um veículo tipicamente americano, com a definição clara de um segmento do mercado automotivo dos EUA, a companhia coloca como sua visão "se tornar a líder mundial na locação dos veículos recreativos".


De acordo com reportagem publicada no veículo de comunicação norte-americano CNBC, "a Outdoorsy busca explorar o que percebe como uma tendência na locação dos RVs". O artigo informa que a empresa já tem aproximadamente 2.300 trailers listados em seu site, que vão de modelos mais simples aos luxuosos, com aluguéis que variam de U$30,00 a U$500,00 por mês. A CNBC acrescenta que, conforme pesquisa da própria startup, 12% das famílias dos Estados Unidos possuem seu próprio RV, o que indica que, ao menos no mercado da maior economia do Ocidente, haverá demanda para a proposta da Outdoorsy.

Mais sobre o tema - vídeo institucional da Outdoorsy:

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