sexta-feira, 29 de junho de 2018

Amazon terceiriza entregas com nova abordagem

Gigante do comércio virtual quer estimular negócios regionais de entregas para aumentar sua capacidade, diante de demanda crescente


 A Amazon - maior companhia de comércio virtual do mundo - quer utilizar empresas locais de entregas para expandir sua capacidade, nos Estados Unidos. De acordo com reportagem publicada ontem no portal oficial da rede de comunicação norte-americana CNBC, a Amazon poderá selecionar empresas pequenas, que possuam até 40 vans de entregas, que deverão utilizar logotipos com a identificação da gigante, para agilizar entregas.

As novas terceirizadas da Amazon deverão atuar em parceria com os atuais 75 centros de distribuição da gigante nos Estados Unidos, e sua atividade será complementar à de grandes parceiros históricos da companhia, como a FedEx e a UPS. A administração da Amazon argumenta que o objetivo é "otimizar os custos das entregas" e "acompanhar o crescimento da demanda, que já está além da capacidade dos associados tradicionais" da organização.

De acordo com a reportagem da CNBC, os representantes da Amazon destacam que houve aumentos significativos nos custos das entregas, nos últimos meses, em decorrência da demanda crescente pelo e-commerce. O objetivo da terceirização seria "manter os custos sob controle".

Mais sobre o tema - reportagem sobre a nova política de terceirização da Amazon, publicada no canal da rede de comunicação norte-americana WCPO, no Youtube:

quinta-feira, 28 de junho de 2018

GE promove downsizing abrangente

Empresa já havia vendido ativos na Europa e pretende abrir mão de divisões significativas da organização

A General Electric - considerada uma das maiores e mais tradicionais companhias do mundo - deverá vender ativos importantes como parte de um programa abrangente de downsizing, de acordo com reportagem disponibilizada hoje, dia 27, no site de notícias Fox Business. A empresa já havia reduzido suas operações na Europa, e agora deverá se desfazer de suas principais unidades destinadas ao mercado de saúde - o veículo de comunicação destaca que o objetivo da estratégia é fazer com que a GE se torne "mais simples, econômica" e focada nos setores de aviação e energias renováveis.

O portal Fox Business destaca que a General Electric deverá vender a GE Healthcare, nos próximos doze ou dezoito meses. A Baker Hughes, outra integrante do conglomerado, poderá ser vendida em até três anos. A alta administração da GE destaca que essas medidas significam uma "virada de 180 graus" na abordagem da empresa em suas atividades, com menos abrangência e mais eficiência. As vendas, para os gestores, oferecem uma possibilidade de reduzir a alavancagem financeira do conglomerado, através da quitação de grande parte das dívidas de curto prazo da gigante americana. 

A General Electric foi fundada em 1892 por Thomas Edison, e foi considerada uma das empresas mais inovadoras em seus produtos e técnicas administrativas. A organização, sob o comando do CEO Jack Welch, se tornou um dos cases de gerenciamento bem-sucedido mais estudados do mundo.

Veja na íntegra - reportagem do canal Fox Business, do Youtube, sobre o programa de downsizing da GE:

sábado, 16 de junho de 2018

Indústria teve aquecimento de 0,46%

Atividade industrial brasileira teve crescimento de 0,46% em abril - dado foi disponibilizado pelo Banco Central do Brasil

Conforme notícia veiculada ontem, dia 15, pela agência de notícias EBC, a atividade econômica brasileira teve crescimento de 0,46% em abril. A melhoria foi 3,7% maior do que a observada no mesmo período do ano passado, e reforça a expectativa de uma futura saída do Brasil da grave crise econômica vivida desde os primeiros anos da década de 2010.

O site oficial da EBC informa que o dado é originário do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), publicado pela instituição financeira também no dia 15 de junho. A reportagem da EBC acrescenta que houve, em período de um ano, crescimento de 1,52% na atividade industrial.

Ainda conforme a notícia, o IBC-Br agrega informações sobre setores como a indústria, o comércio, o setor de serviços e o setor agrícola, assim como o nível de arrecadação tributária verificada no Brasil. A informação reforça tendência noticiada pela EBC em abril de 2018 - o IBGE, de acordo com o veículo de comunicação, teria registrado crescimento industrial significativo, no primeiro bimestre do ano.

Mais sobre o tema - reportagem do Jornal da Record sobre a retomada do crescimento industrial no Brasil:

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Google é considerada "marca mais valiosa"

Gigantes da tecnologia têm desempenho significativo no ranking BrandZTM, e demonstram grandes mudanças globais nos padrões de consumo

De acordo com notícia veiculada no site oficial da revista Exame ontem, dia 30, a Google continua sendo a marca mais valiosa do mundo -  oito entre as dez mais valiosas do mundo são, como a detentora do site de buscas mais usado nos cinco continentes, do setor de tecnologia. A qualificação foi realizada inicialmente pelo ranking anual BrandZTM, conforme a reportagem.

A revista Exame destaca que a Google tem um valor de marca estimado em mais de 302 bilhões de dólares, e conseguiu uma alta superior a 20% em 2017. A Apple - mais famosa fabricante de smart phones do mundo - tem um valor de marca estimado em aproximadamente 300 bilhões de dólares. A terceira colocada do ranking foi a Amazon, gigante das vendas online e pioneira em sistemas de entregas informatizados, que é avaliada em 207 bilhões de dólares.

O artigo destaca a importância da tendência de sucesso das empresas de tecnologia: o veículo informa que, em décadas anteriores, produtoras de cervejas, outras bebidas alcoólicas e cigarros tiveram desempenho notável. A valorização das gigantes ligadas ao Vale do Silício sugere que o padrão de consumo dos compradores atuais dá mais ênfase a produtos de alta tecnologia.

Mais sobre o tema - Lista das marcas mais valorizadas em 2018, divulgada pelo canal BrandZ WPP, no Youtube:


quarta-feira, 30 de maio de 2018

PIB cresceu 0,4% no primeiro trimestre

De acordo com notícia veiculada hoje, dia 30, pela agência de notícias EBC, o PIB brasileiro cresceu cerca de 0,4% no primeiro trimestre de 2018, de acordo com pesquisa do IGBE. O desempenho positivo do indicador é motivado pela agricultura nacional, que se destaca apesar dos diversos problemas econômicos vividos pelo país.

A reportagem da EBC informa que a o dado foi publicado inicialmente pelo IBGE na manhã do dia 30, e quantifica a soma de todas as riquezas produzidas na nação nos primeiros meses de 2018. O dado também se mostra favorável na comparação com o primeiro trimestre do ano anterior, onde a situação econômica do Brasil era agravada por uma crise política mais severa. O veículo de comunicação Valor Econômico sugere que o país já superou o período de recessão, e que o quadro geral tende a melhorar.

Além da agricultura, o setor de serviços também contribuiu de forma significativa para a melhoria da situação econômica do Brasil. Apesar disso, a indústria brasileira ainda sofre consequências da crise, e não desempenhou papel significativo na melhoria do PIB do início de 2018. Todavia, o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) avalia que poderá ocorrer melhora da indústria ainda em 2018, com a gradual recuperação nacional.

Mais sobre o tema -  vídeo sobre o crescimento do PIB brasileiro no primeiro semestre de 2018, disponibilizado pelo canal AFPBR, no Youtube:

segunda-feira, 30 de abril de 2018

OIT aponta força dos empregos informais

Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela que mais de 60% de todos os postos de trabalho ao redor do mundo são informais


Os empregos informais continuam a desempenhar papel essencial na economia, em todos os países do mundo - de acordo com reportagem disponibilizada hoje na agência de notícias EBC, o trabalho informal representa mais de 60% de todos os postos de emprego, internacionalmente, de acordo com a OIT.

Conforme o artigo da EBC, a informação foi publicada originalmente "no relatório Mulheres e homens na economia informal, divulgado hoje (dia 30), pela Organização Internacional do Trabalho". No conjunto das nações estudadas pela organização, mais de dois bilhões de pessoas atuam em ocupações do mercado de trabalho informal. Em países como o Brasil, onde a crise econômica atingiu severamente tanto o setor público quanto o privado, o segmento informal desempenha papel ainda maior do que em outras nações.

A notícia da EBC informa que a atuação no mercado informal tende a variar conforme o nível de desenvolvimento das nações - países industrializados desenvolvidos tendem a possuir níveis de informalidade menores, enquanto nas nações subdesenvolvidas os empregos informais respondem por uma parcela maior da renda nacional. O fenômeno ocorre com expressão mais notória em nações africanas, da Ásia e região do Oceano Pacífico, bem como na América Latina. O trabalho informal, de acordo com o levantamento realizado pela OIT, também tende a ser mais comum entre os jovens do que na população adulta.

Mais sobre o tema - vídeo do canal Sebrae SP sobre o mercado de trabalho informal:

Turismo pode estimular economia

Feriados do próximo mês de maio devem injetar R$9 bilhões na economia do Brasil - período deve ser o mais produtivo para o turismo nacional

De acordo com reportagem publicada hoje pela agência de notícias EBC, os feriados de maio deste ano devem injetar cerca de nove bilhões de reais na economia - deverá ser o mês mais rentável para o turismo do Brasil, nos dois semestres. Os feriados - ou "feriadões" - têm destaque pela prática adotada por empresas dos setores público e privado de unir dias entre os feriados e os finais de semana, prática que pode induzir os consumidores a viagens e a maiores gastos, em consequência.

A agência EBC informou, em abril deste ano, que o país recebeu número recorde de turistas no ano de 2017 - foram cerca de 6,5 milhões de visitantes. O público que mais procura os destinos de férias do país é formado pelos viajantes das demais nações latino-americanas - os argentinos se destacam como os principais turistas estrangeiros no Brasil.

Quanto aos visitantes originários de outras regiões além da América Latina, os turistas provenientes dos Estados Unidos também se mostram de grande importância para a economia hoteleira nacional. A principal porta de entrada para os turistas no país é a cidade de São Paulo, que recebe mais de 30% do público estrangeiro.

Mais sobre o tema - os sete destinos turísticos mais procurados do Brasil:


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