sexta-feira, 27 de julho de 2018

Ações do Facebook sofreram queda recorde

Na última quinta-feira, dia 26, as ações da maior rede social do mundo tiveram desvalorização de 19% no índice Nasdaq, como resultado de faturamento menor do que o esperado e menor número de usuários do que o esperado por investidores


De acordo com reportagem disponibilizada ontem, dia 26, no veículo de comunicação Agência Brasil, da EBC, a rede social Facebook - a maior do mundo - teve desvalorização recorde em suas ações. A queda de valor representou uma perda de recursos de capitalização na ordem de 119 bilhões de dólares americanos - o artigo destaca que essa foi a maior queda diária já registrada por uma empresa na bolsa dos Estados Unidos.

A notícia destaca, entre as razões da queda expressiva, um faturamento menor do que o esperado, registrado pelo Facebook no último trimestre, e um número de usuários diários menos relevante do que o projetado para investidores. A EBC argumenta que os atuais escândalos de vazamentos de dados pessoais de usuários também podem ter impactado de forma negativa o desempenho econômico da organização.

O portal da Agência Brasil menciona David Wehner, diretor financeiro do Facebook, que teria sugerido uma possível continuidade do desempenho ruim da gigante da internet. Para Wehner, o Facebok deverá continuar apresentando performance piorada no segundo semestre de 2018.

Veja mais sobre o tema - reportagem da rede de televisão canadense CBC News sobre a queda recorde no valor das ações do Facebook:


quinta-feira, 26 de julho de 2018

EUA aumentam produção de petróleo

Estado do Texas registrou pico na produção de petróleo desde o início da administração Trump, conforme rede Fox News


A produção de combustíveis fósseis está em tendência de aumento nos Estados Unidos, em particular, no Texas - de acordo com notícia veiculada no último dia 22 pelo veículo de comunicação norte-americano Fox News, o governo de Donald Trump tem o objetivo de "fazer com que os Estados Unidos superem o Irã e o Iraque no mercado internacional de petróleo". O governo Trump teria, de acordo com a Fox, removido uma série de legislações impostas durante a administração Obama, que haviam estimulado a redução na extração de petróleo.

De acordo com o veículo de comunicação, a política atual garante aos Estados Unidos maior independência em relação às campanhas internacionais da OPEP, que levaram, recentemente, à aumentos pequenos nos preços dos combustíveis fósseis. Os países da OPEP estariam tentando forçar uma elevação de preços, em decorrência da maior produção nos Estados Unidos e da ascensão do mercado internacional de veículos elétricos, que ameaça as maiores economias dependentes do petróleo.

John Hofmeister, ex-executivo da Shell entrevistado pela Fox News, argumenta que a medida "deve ser positiva para o mercado interno dos Estados Unidos - se nós possuímos o recurso aqui, por que não utilizá-lo?".

Veja mais sobre o tema - matéria da rede Fox News sobre o aumento na extração de petróleo no Texas:

sexta-feira, 20 de julho de 2018

População prefere compras em dinheiro

Dados do Banco Central, conforme Agência Brasileira de Comunicação, sugerem que 96% da população prefere realizar pagamentos em dinheiro

Conforme notícia disponibilizada no último dia 19 na página oficial da Agência Brasileira de Comunicação (EBC), 96% da população brasileira ainda prefere realizar pagamentos em dinheiro, ao invés compras com cartões. A informação é proveniente de pesquisa do Banco Central - o levantamento sugere que a maior parte dos brasileiros só tem preferência absoluta para compras com cartão para somas superiores a R$500,00.

Apesar da preferência declarada, a pesquisa destaca que 50% do faturamento do comércio no país é oriundo de compras em dinheiro, e esse percentual apresentou queda de 5% em cinco anos. Compras com uso do cartão de débito já alcançam 20% de todas as negociações no setor - operações em débito representavam apenas 14% de todas as compras, há cinco anos, ainda de acordo com o artigo.

A matéria destaca que a preferência por compras em dinheiro é consequência de um hábito cultural dos consumidores brasileiros, que ainda praticam pequenas estratégias de compra como "juntar trocados" ou acumular notas de pequeno valor para compras menos dispendiosas. O levantamento do BC indicou que até 20% da população tem o hábito de juntar moedas por até seis meses, para compras pequenas.

Veja mais sobre o tema - reportagem do canal Fala Brasil, do Youtube, sobre as mudanças nos hábitos dos consumidores brasileiros durante a crise:

sábado, 7 de julho de 2018

Endividamento das famílias está em queda

Informação divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo sugere que diminuição é afetada por maior cautela dos consumidores

De acordo com matéria veiculada no último dia cinco pelo veículo de comunicação Agência Brasil, o nível de endividamento das famílias brasileiras caiu em 2018 - o fenômeno é resultado de maior cautela dos consumidores, atingidos pela crise econômica. O dado foi publicado originalmente pela CNC -  Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, como parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor.

A matéria da Agência Brasil informa que o percentual das famílias brasileiras com dívidas em atraso foi de 24,2% em maio para 23,7% em junho. Também houve redução no número de famílias que afirmaram não estar em condições de pagar dívidas atrasadas. O tempo médio de atraso das dívidas, todavia, teve aumento em comparação com o último ano.

O portal Investimentos e Notícias publicou artigo, no dia quatro de julho deste ano, no qual reforça a tendência destacada na matéria da Agência Brasil - em São Paulo, pesquisa da FecomercioSP destacou que houve diminuição na intenção de compras financiadas ou a prazo. O fenômeno costuma ser observado em situações de instabilidade econômica, nas quais os consumidores não têm certeza de que poderão honrar dívidas em decorrência de problemas financeiros.

Mais sobre o tema - matéria do canal RIT notícias, do Youtube, sobre a redução no nível de endividamento das famílias brasileiras:

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Amazon terceiriza entregas com nova abordagem

Gigante do comércio virtual quer estimular negócios regionais de entregas para aumentar sua capacidade, diante de demanda crescente


 A Amazon - maior companhia de comércio virtual do mundo - quer utilizar empresas locais de entregas para expandir sua capacidade, nos Estados Unidos. De acordo com reportagem publicada ontem no portal oficial da rede de comunicação norte-americana CNBC, a Amazon poderá selecionar empresas pequenas, que possuam até 40 vans de entregas, que deverão utilizar logotipos com a identificação da gigante, para agilizar entregas.

As novas terceirizadas da Amazon deverão atuar em parceria com os atuais 75 centros de distribuição da gigante nos Estados Unidos, e sua atividade será complementar à de grandes parceiros históricos da companhia, como a FedEx e a UPS. A administração da Amazon argumenta que o objetivo é "otimizar os custos das entregas" e "acompanhar o crescimento da demanda, que já está além da capacidade dos associados tradicionais" da organização.

De acordo com a reportagem da CNBC, os representantes da Amazon destacam que houve aumentos significativos nos custos das entregas, nos últimos meses, em decorrência da demanda crescente pelo e-commerce. O objetivo da terceirização seria "manter os custos sob controle".

Mais sobre o tema - reportagem sobre a nova política de terceirização da Amazon, publicada no canal da rede de comunicação norte-americana WCPO, no Youtube:

quinta-feira, 28 de junho de 2018

GE promove downsizing abrangente

Empresa já havia vendido ativos na Europa e pretende abrir mão de divisões significativas da organização

A General Electric - considerada uma das maiores e mais tradicionais companhias do mundo - deverá vender ativos importantes como parte de um programa abrangente de downsizing, de acordo com reportagem disponibilizada hoje, dia 27, no site de notícias Fox Business. A empresa já havia reduzido suas operações na Europa, e agora deverá se desfazer de suas principais unidades destinadas ao mercado de saúde - o veículo de comunicação destaca que o objetivo da estratégia é fazer com que a GE se torne "mais simples, econômica" e focada nos setores de aviação e energias renováveis.

O portal Fox Business destaca que a General Electric deverá vender a GE Healthcare, nos próximos doze ou dezoito meses. A Baker Hughes, outra integrante do conglomerado, poderá ser vendida em até três anos. A alta administração da GE destaca que essas medidas significam uma "virada de 180 graus" na abordagem da empresa em suas atividades, com menos abrangência e mais eficiência. As vendas, para os gestores, oferecem uma possibilidade de reduzir a alavancagem financeira do conglomerado, através da quitação de grande parte das dívidas de curto prazo da gigante americana. 

A General Electric foi fundada em 1892 por Thomas Edison, e foi considerada uma das empresas mais inovadoras em seus produtos e técnicas administrativas. A organização, sob o comando do CEO Jack Welch, se tornou um dos cases de gerenciamento bem-sucedido mais estudados do mundo.

Veja na íntegra - reportagem do canal Fox Business, do Youtube, sobre o programa de downsizing da GE:

sábado, 16 de junho de 2018

Indústria teve aquecimento de 0,46%

Atividade industrial brasileira teve crescimento de 0,46% em abril - dado foi disponibilizado pelo Banco Central do Brasil

Conforme notícia veiculada ontem, dia 15, pela agência de notícias EBC, a atividade econômica brasileira teve crescimento de 0,46% em abril. A melhoria foi 3,7% maior do que a observada no mesmo período do ano passado, e reforça a expectativa de uma futura saída do Brasil da grave crise econômica vivida desde os primeiros anos da década de 2010.

O site oficial da EBC informa que o dado é originário do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), publicado pela instituição financeira também no dia 15 de junho. A reportagem da EBC acrescenta que houve, em período de um ano, crescimento de 1,52% na atividade industrial.

Ainda conforme a notícia, o IBC-Br agrega informações sobre setores como a indústria, o comércio, o setor de serviços e o setor agrícola, assim como o nível de arrecadação tributária verificada no Brasil. A informação reforça tendência noticiada pela EBC em abril de 2018 - o IBGE, de acordo com o veículo de comunicação, teria registrado crescimento industrial significativo, no primeiro bimestre do ano.

Mais sobre o tema - reportagem do Jornal da Record sobre a retomada do crescimento industrial no Brasil:

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